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Cotidiano

Detentos exigem presença de promotor para encerrar rebelião em presídio do Acre

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Detentos fazem rebelião em presídio de segurança máxima em Rio Branco — Foto: Eldérico Silva/Rede Amazônica Acre

O governador Gladson Cameli confirmou na tarde desta quarta-feira, 26, o pedido de apoio ao governo federal após a rebelião no Presídio Antônio Amaro. Em conversa com o ministro da Justiça, Flávio Dino, o chefe do Executivo Estadual relatou a gravidade da situação.
O motim foi teve início na manhã desta quarta-feira, 26, após os detentos fazerem alguns policiais penais feitos reféns. Um agente foi ferido superficialmente na ação e encaminhado ao Pronto Socorro da Capital, outro policial segue feito refém.


Em nota, o governo do Estado disse que o policial penal do Grupo Penitenciário de Operações Especiais (GPOE) J. S. F. foi atingido no início da ação, com um tiro de raspão na região ocular.
O policial penal passou por procedimento de avaliação médica no Pronto-Socorro, encontra-se consciente e sem risco de morte.


Para a ação, a Secretaria de Estado de Saúde disponibilizou suporte médico e ambulâncias de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para quaisquer eventualidades.


Os servidores que já atuam nos atendimentos do Sistema Penitenciário que estariam de folga foram chamados e se apresentaram na Unidade Básica de Saúde do Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde, para fazer atendimentos, caso necessário.


Na parte da tarde, os presos exigiram a presença do promotor dos Direitos Humanos do Ministério Público, Tales Tranin, para colocar fim à rebelião e se entregarem. “Estou a caminho para a negociação.”


A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) informou que pelo menos 13 presos participaram da rebelião. “O governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), informa que detentos do pavilhão de isolamento do Presídio Antônio Amaro iniciaram um princípio de motim, quando 20 policiais penais realizavam a segurança do pavilhão. Na ação, os detentos fizeram dois policiais penais reféns”, diz a nota encaminhada pelo governo.


Em um áudio, um policial que não quer se identificar, disse que foram usadas cordas e escadas para resgatar os agentes que estavam dentro do presídio. “Um de nossos foi ferido, a munição atravessou o escudo. Um policial continuam refém. Usamos cordas e escadas para resgatar alguns”, diz.

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Gabinete de crise
Foi montado um gabinete de crise e uma reunião com o presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre (Iapen) está definindo ações a serem tomadas. ” Homens das polícias Militar, Penal, Gefron e Bope já atuam na área”. Todos os policiais, inclusive os que estavam de folgas, foram chamados para reforçar a operação no presídio. Não há confirmação de presos feridos. (Com informações do G1 Acre)

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