Derrotado ao governo, Coronel Ulysses diz que já pensa em disputar Prefeitura de Rio Branco

O coronel da Polícia Militar do Acre, Ulysses Araújo, terceiro colocado na corrida pelo Palácio Rio Branco, conversou com a imprensa na manhã desta segunda-feira, dia 08, e comentou acerca das Eleições 2018, ocorridas no último domingo, dia 07, em todo o país. Além disso, comentou sobre o futuro político que pode buscar pelos próximos meses.

Enquanto agradecia o apoio nas redes sociais, Ulysses foi questionado sobre a análise que faz do cenário político e da derrota do Partido dos Trabalhadores e da Frente Popular do Acre nas urnas, tendo baixas importantes na Câmara Federal, Assembleia Legislativa e, ainda, no Palácio Rio Branco.

“A derrota do PT é fruto daquilo que eles plantaram. Semearam uma política econômica totalmente equivocada, que foi a política da florestania, na verdade, um disfarce do nome comunismo. O anseio de tirar o PT era tão grande que as pessoas tentaram terminar isso já no primeiro turno. Nós fizemos o PT sangrar”, pontua.

Ulysses também avaliou que no acumulado dos votos para Gladson Cameli e para ele, o total chega a quase 70% dos votos válidos registrados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC), e disse acreditar que caso não fosse candidato, Marcus Viana poderia ter sido eleito já no primeiro turno. “Nós temos uma militância muito forte nas redes sociais”, comentou.

O coronel, que só deve voltar ao serviço após um período de férias com a família, revelou já pensar em comandar a Capital acreana, mas que essa ideia ainda passará por um filtro do partido e da Direção Nacional do PSL, partido ao qual está filiado. “Temos total interesse em continuar essa caminhada. Temos interesse de colocar o nome nome è prefeitura, mas isso não depende unicamente de mim”, completou.