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Polícia

Colono é acusado de violentar e matar agricultora na zona rural

Um crime bárbaro foi registrado na madrugada do último domingo, 16, na zona rural do município de Capixaba, quando a agricultora conhecida como Maria de Nazaré Freire Castelo, 36 anos, foi morta logo após ser violentada sexualmente. De acordo com a polícia, a vítima foi executada por ter se recusado a dançar com o acusado, identificado como Deibson Souza,de 34 anos.

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Um crime bárbaro foi registrado na madrugada do último domingo, 16, na zona rural do município de Capixaba, quando a agricultora conhecida como Maria de Nazaré Freire Castelo, 36 anos, foi morta logo após ser violentada sexualmente. De acordo com a polícia, a vítima foi executada por ter se recusado a dançar com o acusado, identificado como Deibson Souza,de 34 anos.

Agricultora, moradora do assentamento Campo Alegre, zona rural de Capixaba, foi morta asfixiada após se recusar a dançar com o acusado durante uma festa no assentamento, antes de morrer, a vítima sofreu abusos sexuais.

O suspeito do crime foi preso horas depois pelas polícias Militar e Civil do município. O delegado responsável pelo caso, Ricardo Casas, afirmou que, segundo relatos de testemunhas, Maria participou de uma festa na noite de sábado, quando o suspeito a convidou para dançar, o pedido foi negado pela vítima.

“Ela é casada e por isso não quis dançar com o acusado para não ter problemas com o marido. No caminho, passou em frente a um bar e o rapaz ainda estava lá. Ele começou a acompanhá-la e, desde então, sumiu”, explicou o delegado.

Após perceberem que a agricultora não tinha chegado em casa, os parentes foram até a delegacia prestar queixa. Segundo Casas, um familiar chegou a ver o suspeito acompanhando a vítima.

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“A polícia foi até o local realizar buscas e encontrou as roupas dela próximas à casa do autor. Encontraram o corpo às margens da rodovia, no caminho que ela seguia para casa. Posteriormente, a polícia foi à casa do autor e no caminho até a delegacia ele confessou o crime. Os indícios apontam que houve abuso sexual, claro que precisamos confirmar com os exames cadavéricos”, completou Casas.

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