Bruno Almeida volta ao comando da PM de Boca do Acre

A informação foi publicada nas redes sociais pelo assessor parlamentar do deputado estadual Adjuto Afonso, Francisco Camurça.

Agora é oficial. Desde a última quinta-feira (18), a Polícia Militar do Amazonas oficializou a transferência do Tenente Bruno Almeida para o comando da 5ª CIPM, o que significa dizer que o militar está de volta à gestão da corporação de Boca do Acre, depois de ter o lugar ocupado pelo Major Andrius da Cunha Nascimento, fato que ocorreu no segundo semestre deste ano.

A informação foi publicada nas redes sociais pelo assessor parlamentar do deputado estadual Adjuto Afonso, Francisco Camurça, que comemorou nomeação de Bruno e ressaltou que o parlamentar teve papel fundamental na recondução de Almeida ao comando da PM de Boca do Acre.

“Deputado Adjuto Afonso, parabeniza Tenente Bruno Almeida, depois de uma longa batalha, foi reconduzido ao posto de comandante da polícia militar de Boca do Acre. Isso fica provado que sempre estivemos ao lado do povo de Boca do Acre e do referido comandante. Meus parabéns e seja muito feliz nesse novo momento da sua vida que se reinicia, dando tranquilidade e paz a toda Boca do Acre”, citou Francisco Camurça, em publicação através de sua página no Facebook.

A exoneração
No dia 20 de agosto, o Boletim Geral da Polícia Militar divulgou que o oficial Francisco Bruno Almeida Furtado não respondia mais pelo comando da 5° CIPM em Boca do Acre, sob a alegação da necessidade periódica de regularizar transferência de Policiais Militares.

Insatisfeita com a notícia, a população de Boca do Acre foi às ruas pedir a permanência do comandante, alegando que o trabalho do mesmo havia trazido a sensação de paz e segurança à cidade, desde a sua nomeação, que ocorreu em janeiro de 2019.

Movido pelo clamor popular, o governador Wilson Lima determinou a revogação da exoneração de Bruno Almeida. Entretanto, tratou-se apenas de falácia, pois não demorou e um novo comandante assumiu o cargo em Boca do Acre, reduzindo o papel de Almeida a um mero subalterno, sem ter como colocar em prática as estratégicas de segurança, apenas cumprindo ordens.