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Boca do Acre

Bombeiros usarão drones e aplicativo para identificar incêndio em Boca do Acre

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Boca do Acre e outros onze municípios do Amazonas serão monitorados de perto pelo Corpo de Bombeiros, através de drones e um aplicativo de uso exclusivo da corporação, que vai ajudar na identificação mais rápida dos focos de incêndio, possibilitando uma resposta mais eficaz.

Boca do Acre está na lista dos municípios brasileiros que mais desmatam a Amazônia. Ano após ano, o município enfrenta um verdadeiro cenário de guerra, que incêndios urbanos e rurais.

O equipamento é será utilizado na Operação Aceiro 2024 lançada pelo governador Wilson Lima anunciou nesta segunda-feira (3).

O drone será usado pelos bombeiros no monitoramento e para avisar quem está nas áreas de desmatamento e queimadas. Os drones têm capacidade para sobrevoar uma área de 100 km e autonomia de 3 horas de voo.

Outra ferramenta de combate às queimadas é o aplicativo “Infire”, pelo qual moradores de áreas atingidas podem informar ocorrências de queimadas e monitorar, em tempo real, onde há desmatamento.

O Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) é quem irá fazer o acompanhamento. O aplicativo também servirá para informar a população sobre a qualidade do ar, o nível dos rios e sobre ações de socorro.

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Equipamentos de proteção e quatro viaturas foram entregues ao Corpo de Bombeiros. Segundo o governador Wilson Lima, o governo tem R$ 21 milhões para adquirir novas viaturas, que serão obtidas em licitação.

O governador anunciou que 60 agentes serão enviados pelo governo federal para o Amazonas. Outros 60 brigadistas decididos por prefeituras formam o grupo de 120 agentes de combate ao desmatamento e queimadas. Doze municípios terão ações da Operação Aceiro: Humaitá, Apuí, Lábrea, Boca do Acre, Manicoré, Novo Aripuanã, Maués, Canutama, Tapauá, Careiro, Manaquiri e Autazes.

Segundo Lima, no ano passado 21 municípios, que representam 95% das queimadas e desmatamentos no estado, assinaram um termo de cooperação para treinar brigadistas.

Em 2023, segundo o governador, foram aplicadas R$ 16 milhões em multas. Os processos tramitam na Justiça.

No ano passado, conforme o Bombeiros, a Operação Aceiro identificou 2,1 mil incêndios em 25 municípios do interior com maiores índices de focos de incêndio.

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