Lene Petecão parabeniza TJAC por programa de atenção às vítimas violência doméstica

O Programa Comv-Vida implementa novidades no acolhimento de mulheres vítimas de violência para melhorar eficácia de trabalhos da rede de apoio

A vereadora Lene Petecão (PSD/Rio Branco) usou a tribuna da Câmara de Vereadores de Rio Branco nesta terça-feira, 31, para destacar a importância do Programa Comv-Vida, de enfrentamento à violência doméstica, lançado pelo Tribunal de Contas do Acre (TJAC).

Lene é presidente da Comissão de Mulheres da Câmara Municipal

A iniciativa é voltada à proteção de mulheres vítimas de violência doméstica no estado. A ação gerenciada pela Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COMSIV), tem o objetivo de prover às vítimas dos crimes de gênero atendimento mais eficiente e maior segurança, após o deferimento de medidas protetivas em audiências de custódia, em especial, para acionamento da rede de apoio.

“Registro em ata o meu apreço e a minha felicidade, como presidente da Comissão de Mulheres da Câmara Municipal, pela ação do Tribunal de Justiça do Acre voltada à proteção de mulheres vítimas de violência no estado. Atualmente, o Acre lidera o ranking de feminicídios no Brasil. O projeto Comv-Vida vem numa boa hora, trazendo mais segurança às mulheres”, destacou a vereadora.

Lene Petecão pediu sugeriu à presidência da Câmara de Rio Branco que o Parlamento convide a desembargadora-presidente do TJAC, Waldirene Cordeiro, e a decana da Corte de Justiça e titular da COMSIV, desembargadora Eva Evangelista, para apresentarem o programa na casa do povo.

Escola Lourival Pinho celebra 20 anos de fundação com abertura dos Jogos Interclasse

O Lourival Pinho é muito bem avaliado pelos pais, alunos e funcionários da instituição

Com uma trajetória de amor à educação e formação de jovens, a Escola Estadual de Ensino Médio Lourival Pinho (LP) realizou nesta sexta-feira, 27, a abertura dos tradicionais Jogos Interclasse. A festividade contou com a presença da comunidade escolar, da vereadora Lene Petecão (PSD/Rio Branco) e do ex-senador Jorge Viana(PT/AC) .

A competição dos Jogos Interclasse é uma preparatória para os Jogos Escolares (Foto: Maria Meirelles)

Há duas décadas atuando diretamente na transformação social de estudantes acreanos e acreanas, o colégio que é referência no ensino, celebra o novo momento pós pandemia. A competição dos Jogos Interclasse é uma preparatória para os Jogos Escolares.

Na visão e experiência do diretor Neucharles Barros de Oliveira, o esporte é uma importante ferramenta de transformação social. “O esporte sempre foi a marca da nossa gestão nesses 20 anos. A pandemia afastou a comunidade da escola e o esporte faz esse resgate importante para o ensino. Essa escola foi fundada por dois grandes desportistas: o professor Sérgio Ricardo que foi jogador de futebol, jogou nos grandes clubes do estado, e eu que também fui jogador e atleta de handebol”.

A vereadora Lene Participou marcou presença no evento (Foto: Maria Meirelles)

Para o estudante Lucas Jonathan da Silva, 20 anos, que está no 3° ano do Ensino Médio, o momento é de alegria. “Eu fico muito feliz, estou bastante ansioso para estrear. O sentimento é de muita felicidade”, destacou o jovem que vai competir na modalidade esportiva de futsal.

Amiga da escola, a vereadora Lene Petecão faz questão de estar junto da direção tanto nos momentos de festividade quanto nas situações de adversidades.

“Eu, particularmente, tenho uma relação muito próxima com o LP, pois sou cria do Segundo Distrito de Rio Branco, e o colégio compõe a vida dessa região. Tenho um enorme carinho por essa escola, a qual faz parte de minha jornada de vida. Sou Amiga da Escola e faço questão de honrar esse título, participar ativamente das feiras de ciência e eventos organizados pela comunidade escolar. Tive o privilégio de conhecer o saudoso Lourival Pinho, que dá nome ao LP e era compadre do meu pai. Me enchente de alegria poder comemorar 20 anos de existência de uma instituição que transformou uma sociedade, salvando vidas”, ressaltou a parlamentar.

Fundado em abril de 2002, na gestão do então governador Jorge Viana, o LP é muito bem avaliado pelos pais, alunos e funcionários da instituição, reflexo do comprometimento com um ensino de qualidade que a escola oferece.

Defensoria e MP investigam denúncia de intolerância religiosa sofrida por Mãe de Santo no Acre

A Promotoria Especializada dos Direitos Humanos do MPE/AC investiga o caso

A dirigente da Tenda de Umbanda Luz da Vida, Mãe Marajoana de Xangô junto a outros membros da denominação religiosa formalizaram na Defensoria Pública do Estado (DPE/AC), Ministério Público do Acre (MPE/AC) e Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) na última terça-feira, 24, em Rio Branco, a denúncia de intolerância religiosa contra líderes evangélicos, que utilizam a imagem da mãe de santo para proferir palavras de ódio na internet.

A procuradora de Justiça do MPE, Kátia Rejane, assegurou a ação do MPE no caso (Foto: Ascom MPE/AC)

Após tomar conhecimento de vários vídeos no Youtube e outras redes sociais, em que pastores evangélicos utilizam a sua imagem – em um culto ecumênico de janeiro de 2020 – para proferir preconceito e compará-la ao diabo, a mãe de santo decidiu procurar a justiça e pedir ajuda para que os autores sejam responsabilizados.

“Entregamos a nossa carta de repúdio e o ofício, pedindo que as pessoas que praticaram o crime de intolerância religiosa e injúria contra mim e à Umbanda sejam responsabilizadas por seus atos, como prevê a lei. E nesse movimento nós observamos a necessidade de o Estado implantar núcleos especializados para atender demandas como a nossa, e garantir que todes tenham a sua fé e a religiosidade respeitadas “, explica a Mãe Marajoana de Xangô.

No MPE/AC a comitiva da Tenda de Umbanda Luz da Vida foi recepcionada pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, a procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo, e sua equipe.

O caso também está sendo acompanhado pela Defensoria Pública (Foto: Maria Meirelles)

Na ocasião, Marajoana também denunciou as constantes ameaças que vem sofrendo pela internet e alertou sobre a possibilidade do aumento do preconceito e de possíveis ataques contra os terreiros e seguidores da religião no Acre, diante das manifestações de ódio disseminadas nas redes sociais.

Em resposta ao pedido, a procuradora Kátia Rejane informou que já existe um procedimento aberto na Promotoria Especializada dos Direitos Humanos para apurar o caso e o MP acreano planeja adotar outras providências.

“Vamos encaminhar as outras informações recebidas e buscar uma cooperação com o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública Estadual para discutir a melhor maneira de encaminharmos essa denúncia. Para que ao final possamos fazer a comunicação devida de que o Ministério Público não tolera nenhuma forma de discriminação e faremos o possível no que depender da nossa atuação”, afirmou Kátia Rejane.

Respeite o Meu Sagrado

Nas redes sociais, a Tenda de Umbanda Luz da Vida tem puxado uma campanha educativa (Respeite O Meu Sagrado) contra a intolerância religiosa.

Visando conscientizar a população, a Tenda Luz da Vida lançou a campanha #RespeiteOMeuSagrado (Foto: Maria Meirelles)

“Respeite O Meu Sagrado é um termo que pode ser utilizado por todas as denominações religiosas, que busca sensibilizar as pessoas quanto a esse crime que fere e exclui grupos de pessoas e ignora a beleza da diversidade”, observa Mãe Marajoana de Xangô.

A campanha #RespeiteOMeuSagrado traz para o foco do debate a Lei n° 9.459, de 13 de maio de 1997, que assegura a punição para os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Entenda o caso

Na última sexta-feira, 20, Marajoana Maia (Marajoana de Xangô) teve conhecimento de vídeos que circulam em canais evangélicos, em que pastares usam a sua imagem para tecer preconceito e reproduzir falas de ódio às religiões de terreiro. O primeiro vídeo foi identificado no canal “Povo de Deus”, do pastor Rodrigo Dias, no qual ele utiliza o vídeo de um culto ecumênico de 2020, no qual Marajoana participou ao lado de um padre e um pastor.

Os pastores criticam presença da mãe de santo Marajoana de Xangô, um padre e um pastor em um culto ecumênico (Foto: Reprodução)

A postagem é intitulada “Inacreditável! Pastor, padre e mãe de santo juntos na igreja. Onde iremos parar”. O vídeo viralizou novamente e foi usado pelo pastor para criticar a celebração.

“Olhando apenas com os olhos carnais, pode parecer algo normal, para algumas pessoas pode ser até bonito, como atitude de pedir o fim da intolerância religiosa ou dos ataques contra outras religiões. Mas, olhando através de uma ótica espiritual, podemos ver que existem coisas muito mais profundas por trás dessa cena”, diz no vídeo.

Após a postagem do pastor Rodrigo Dias, outros seis vídeos de pastores evangélicos também foram identificados com o mesmo teor de agressão do primeiro.

Empreendedorismo feminino é pauta da Tribuna Popular na Câmara de Rio Branco

O espaço foi concedido pela vereadora Lene Petecão

A realidade das mulheres que encontraram no empreendedorismo uma forma de sobrevivência, durante a pandemia, foi pauta da Tribuna Popular nesta quarta-feira, 11, na Câmara de Vereadores de Rio Branco.

O coletivo falou sobre empreendedorismo feminino (Foto: Rodrigo Pacheco)

O espaço, concedido pela vereadora Lene Petecão ao coletivo Elas Fazem Acontecer Acre, foi ocupado pelas empreendedoras Lidianne Cabral, Denila Soares e Lígia Martins. Na galeria da Câmara, outras empreendedoras e participantes do coletivo fizeram coro às vozes da tribuna.

O Elas Fazem Acontecer surgiu durante a pandemia da Covid-19, e atualmente reúne mais de 150 mulheres empreendedoras que participam ativamente das feiras – que já chegaram a sua quinta edição.

Lidianne Cabral, uma das coordenadoras do coletivo, destacou a importância de os parlamentares encabeçarem a pauta. “A gente agradece o apoio da vereadora Lene Petecão, que sempre prestigia nossos eventos e que nos trouxe para esta tribuna. Chamo a atenção principalmente dos homens, dos nossos vereadores, nós sentimos a ausência de políticas públicas nas nossas feiras, no coletivo e nas nossas vidas. O Coletivo Elas Fazem Acontecer, além de empreender, nós salvamos vidas. Salvamos as mulheres da violência doméstica e da fome. E sobreviver no Acre dos nossos empreendimentos é muito doloroso, especialmente, empreendimentos pequenos”, afirmou.

Lígia Martins alertou para a necessidade de apoio aos empreendimentos femininos. “Peço que o Parlamento Municipal tenha um olhar para as iniciativas de mulheres empreendedoras, que fomentam a economia local, gerando emprego e renda a quem está muitas vezes desmotivada”, pontuou.

A empreendedora Denila Soares pediu que os parlamentares proporcionem oportunidades às mulheres, por meio de cursos e formações. “Precisamos instrumentalizar as mulheres e isso é possível por meio de cursos, oficinas, ampliando suas capacidades e dando a elas o poder de gestão, de conhecimento de seus direitos, consolidando ainda a sua autonomia financeira”, destacou.

De acordo com os estudos internos do coletivo, 80% das empreendedoras do Elas Fazem Acontecer Acre vivem da renda de seus pequenos empreendimentos. As feiras do coletivo englobam uma média de 1,5 mil pessoas, entre feirantes, apoio e clientes.

Lene Petecão parabenizou o coletivo e se somou a luta das empreendedoras. “Como a Lidianne bem disse, as mulheres encontraram no empreendedorismo uma forma de sobrevivência. É isso que estamos fazendo todos os dias, sobreviver, especialmente em um estado como o nosso, campeão em feminicídio. No que depender do nosso mandato, meninas, tenham certeza que estaremos juntas. Mas, convido os colegas vereadores a se somarem essa causa também, que não é apenas das mulheres, é da sociedade”.

Câmara aprova PL de Lene Petecão que assegura atendimento prioritário às pessoas com Lúpus

O PL também permite às pessoas com lúpus estacionar em vagas já destinadas a deficientes

No Brasil, estimativas indicam que existem cerca de 65 mil pessoas com lúpus, sendo a maioria mulheres. No Acre, ainda não há um estudo concreto sobre o percentual da população acometida pela doença.

O seminário foi promovido no auditório da Uninorte

Visando gerar mais qualidade de vida e políticas públicas a quem sofre com a doença autoimune, a vereadora Lene Petecão (PSD) apresentou e aprovou na Câmara de Vereadores de Rio Branco um projeto de lei que assegura atendimento prioritário às pessoas com lúpus.

Nesta terça-feira, 10, Dia Internacional de Atenção às Pessoas com Lúpus, a parlamentar participou de um seminário que tratou sobre o tema.

“Estamos exigindo do poder público, tanto Municipal quanto Estadual, que crie as políticas públicas necessárias para essa população, formada em sua maioria por mulheres. Quando uma política pública é consolidada quem ganha são as pessoas, e não podemos mais aceitar essa realidade para com as pessoas com lúpus”, destacou Lene Petecão.

Outro benefício garantido pelo mandato da vereadora Lene Petecão foi a distribuição gratuita, pela Rede Pública Municipal de Saúde, do protetor solar específico para pacientes diagnosticados com a doença. Os produtos já estão sendo licitados pela Prefeitura de Rio Branco.

Segundo a representante voluntária da Associação Nacional de Fibromiálgicos e Doenças Correlacionadas (Anfibro/AC), Lene Queiroz, o apoio da parlamentar tem sido fundamental. “Quero agradecer a vereadora Lene Petecão que tem sido uma parceira e abraçado a nossa causa. Esse PL é muito importante para nós, pois muitos pacientes com lúpus têm a dificuldade de ficar em filas, especialmente, quando já possuem algum órgão lesionado. Esse projeto chega como uma benção para as nossas vidas, estamos muito felizes e na expectativa que venha a ser sancionado pelo prefeito”, salientou.

O PL também permite às pessoas com lúpus estacionar em vagas já destinadas a deficientes. A identificação dos beneficiários se dará por meio de cartão ou adesivo expedido por Órgão competente de trânsito, por meio de laudo médico.

O Seminário sobre Lúpus foi promovido, em Rio Branco, pela Anfibro e Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), com o apoio da médica Adriana Marinho e do gabinete da vereadora Lene Petecão.

Maio Roxo

A vereadora tem defendido a causa na Câmara

Aproveitando o Dia Mundial de Atenção às Pessoas com Lúpus, a vereadora Lene Petecão apresentou na Câmara Municipal de Rio Branco na manhã desta terça-feira, 10, outro PL. A proposta orienta a Prefeitura de Rio Branco aderir no calendário oficial a Campanha Maio Roxo.

O Maio Roxo é um mês que traz reflexão sobre a atenção ao usuário que convive com a Doença Inflamatória Intestinal, Espondilite Anquilosante, Fibromialgia, lúpus eritematoso sistêmico, além de ser o mês panamericano de conscientização das doenças reumáticas.

“Nós já solicitamos que a Prefeitura de Rio Branco ilumine a cidade, em pontos estratégicos, com luzes roxas, em alusão ao Maio Roxo. E, agora, estamos encaminhando uma proposta para que esta campanha componha o calendário oficial do Município, como forma de conscientizar e estimular a implementação de políticas públicas”, afirmou a vereadora.

Lene Petecão leva debate sobre mulheres indígenas para a Câmara de Vereadores de Rio Branco

Esta foi a primeira vez que a Câmara de Vereadores discutiu a pauta das mulheres indígenas

A Tribuna Popular – projeto de autoria da vereadora Lene Petecão (PSD/Rio Branco) – deu voz nesta terça-feira, 5, à luta das mulheres indígenas. Convidadas pela parlamentar, a ouvidora-geral da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE), Soleane Manchineri, e a vice coordenadora da Organização de Mulheres Indígenas do Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia (Sitoakore), Yoka Manchineri, apresentaram suas demandas e pautas na Câmara Municipal de Rio Branco.

Esta foi a primeira vez que a Câmara de Vereadores discutiu a pauta das mulheres indígenas (Foto: Rodrigo Pacheco)

Yoka e Soleane abordaram temas relacionados às políticas públicas, à invisibilidade social dos povos indígenas e destacaram a importância da participação de mulheres indígenas em espaços de decisão e poder, a partir da experiência de quem vive na pele essa realidade.

“Essas duas mulheres empoderadas participaram da Tribuna Popular. A Soleane Mancheneri é a primeira mulher indígena a ocupar o cargo de Ouvidora-Geral em uma Defensoria Pública no Brasil. A valorização dos povos originários, por meio das políticas públicas, é o mínimo que o Estado Brasileiro (Município, Estado e União) deve garantir. O nosso mandato se une à luta dos povos indígenas, em especial, das mulheres indígenas”, enfatizou Lene Petecão.

A ouvidora-geral da DPE, Soleane Manchineri, chamou atenção para as reivindicações da população indígena. “Nós estamos vivendo um desmonte das políticas públicas indigenistas, seja nos territórios ou nas cidades, estamos passando por um processo de violência silenciosa. Essa oportunidade de estar aqui é para trazer visibilidade à cultura indígena, para que os vereadores e vereadoras possam refletir sobre as mais de 4 mil pessoas indígenas que vivem em contexto urbano de Rio Branco”, alertou.

A ouvidora destacou a necessidade de implementação políticas públicas para os povos indígenas em contexto urbano. “É de extrema urgência que os governo e governantes discutam e implementem políticas públicas para os povos indígenas, que estão em contexto urbano. Uma vez que eles estão em completo abandono. Nós não deixamos de ser índios quando saímos do nosso território, continuamos sendo indígenas, continuamos sendo mulheres, continuamos praticando a cultura indígena. Agradeço a vereadora Lene Petecão por oportunizar esse momento”.

A vice coordenadora da Sitoakore, Yoka Manchineri, destacou a importância de todos os parlamentares apoiarem as causas indígenas. “Eu agradeço a vereadora Lene Petecão pelo espaço a nós concedido na Câmara Municipal de Rio Branco. Hoje, nós estamos no contexto urbano dentro da cidade de Rio Branco e temos vários vereadores aqui que, com certeza, receberam votos de indígenas e nós pedimos para que esta casa tenha uma atenção mais apropriada para as nossas causas, pois estamos dentro do PIB do Estado e do Município, fazemos parte desse contexto. E Rio Branco não possui uma instituição de referência para os indígenas que aqui residem. Precisamos atualizar um levantamento de onde se encontra essa população, precisamos de investimento em saúde, educação, cultura e moradia”.

Lene Petecão propõe que a Câmara realize campanha de enfrentamento à violência contra as mulheres  

Em 24 horas, duas mulheres foram vítimas de feminicídio no Acre

A vereadora Lene Petecão (PSD/Rio Branco) subiu na tribuna da Câmara de Vereadores de Rio Branco para, mais uma vez, cobrar políticas públicas e respeito à vida das mulheres. O Acre segue liderando o ranking de feminicídios no Brasil. Nas últimas 24 horas, dois feminicídios foram registrados no estado.

Em sua fala, Lene reendossou o posicionamento da vereadora Michelle Melo (PDT/Rio Branco), que se emocionou ao abordar o mesmo assunto na sessão desta terça-feira, 3.

“Outro dia, eu subi aqui na Tribuna para me juntar à fala da vereadora Michelle Melo sobre as agressões e o descaso que as gravidas têm enfrentado na Maternidade de Rio Branco. Hoje reendosso a abordagem sobre o feminicídio. Em 24 horas, duas mulheres foram vítimas de feminicídio no Acre, um estado tão pequeno e tão perigoso para a vida das mulheres. O Acre lidera o ranking de assassinatos de mulheres no Brasil. Mais que vergonhoso, é criminoso. Estão nos matando. O que falta para o governo e os governantes agirem? Porque morrer, nós morremos todos os dias”, salientou a parlamentar.

Na ocasião, Lene Petecão solicitou ao presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, N. Lima, e demais parlamentares, que a instituição desenvolva uma campanha educativa de enfrentamento à violência contra as mulheres.

“Convido a todos os vereadores homens, que são maioria nesta Casa Legislativa, a se juntarem nessa luta comigo e a vereadora Michelle Melo, no enfrentamento à violência e à falta de políticas públicas efetivas. Aproveito para solicitar à presidência que a Câmara promova uma campanha de conscientização contra a violência contra as mulheres. É papel nosso alertar e conscientizar a sociedade”, frisou Lene.

2° edição do Transamazônico Festival de Cinema Internacional LGBTQIA+ emociona público

O curta-metragem "Maués: A Garça" foi a grande atração do último dia de festival

A segunda edição do Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ foi um sucesso. Devido a pandemia da Covid-19, em 2021, o evento foi online. Neste ano, o público pode se reunir no Theatro Hélio Melo, em Rio Branco, Acre, para prestigiar os quatro dias de evento.

Moisés Alencastro e o presidente da FEM, Correinha (Foto: Alexandre Barros)

Neste domingo, 1, último dia de exibições, a plateia se emocionou com a estreia do curta-metragem acreano “Maués, A Garça”, dirigido por Isabelle Amsterdam, com produção executiva de Juliana Barros. A família de Maués participou do festival e conferiu em primeira mão o documentário que retrata a história do dançarino, cantor, compositor, ator, diretor, performer, designer, poeta Maués Melo, a partir de suas próprias memórias e diários.

“Promover cultura, arte, cinema em tempos tão obscuros como os de agora, no Brasil, é um desafio. Mas, nós, artistas, produtores, fazedores de cultura, amantes da arte, seguimos resistindo, resistindo aos retrocessos e ocupando os espaços da nossa cidade. Foi uma emoção poder ver um aglomerado de pessoas novamente ao teatro para prestigiar grande produções mundiais, gente sorrindo, se vendo novamente após tanto tempo de isolamento, se emocionando, sentindo”, afirmou o idealizador do Transamazônico, Moisés Alencastro.

Durantes os quatro dias de festival – 28 de abril a 1 de maio –, o público se deleitou com 8 longas-metragens e 3 curtas-metragens voltadas para debates e reflexões sobre diversidade e aos direitos e vivências da comunidade LGBTQIA+, em diferentes recortes, com foco no respeito às liberdades.

Parte da equipe que produziu o festival

Além dos filmes, quem passou pelo Theatro Hélio Melo também desfrutou de apresentações artísticas musicais. Na abertura, o Transamazônico proporcionou um show intimista com o cantor Pedro Lucas e para encerrar, no domingo, o palco do festival recebeu o talento e a arte de Maiara Rio Branco, Leandre e Amanda Schoenmaker, que intepretaram a trilha original de “Maués, a Garça”, produzida pela musicista Maiara Rio Branco com a canção de Beto Brasiliense.

“Agradecemos a todas, todos e todes que nestes quatro dias de evento nos prestigiaram, fosse com a presença física nas sessões, fosse pelas redes sociais. Agradecemos aos parceiros e parceiras: distribuidoras Viitrine Filmes e Olhar, Casa Ninja Amazônia e a artista multicultural Karla Martins. Sem a Lei de Emergência   Cultural Aldir Blanc, o projeto não seria possível, e aproveitamos para estender nosso agradecimento à Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), e à equipe que organizou, pensou e promoveu o Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+”, salienta Moisés.

A 2° edição do Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ exibiu produções do Brasil, Paraguai, Chile, Espanha, Quênia e China. A equipe que realizou projeto é comporta por: Moisés Alencastro (Direção de Produção), Isabelle Amsterdam (Produção Executiva), Marcelo Cordero (Curadoria), Rose Farias (Coordenação de Comunicação), Maria Meirelles (Assessoria de Imprensa / Social Media), Clara Lis (Produção de Exibição) e Neilson Abdallah (Diretor de Arte e Editor de Vídeo).

As atualizações e notícias sobre as edições anteriores e atual podem ser acompanhadas nas redes sociais do Transamazônico @festivaltransamazonico e no site festivaltransamazonico.com.br.

Filme acreano “Maués, A Garça” estreia neste domingo no Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+

O documentário retrata a história do dançarino, cantor, compositor, ator, diretor, performer, designer, poeta Maués Mello

A última noite do Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ traz a estreia do filme acreano “Maués, A Garça”, dirigido por Isabelle Amsterdam e produção executiva de Juliana Barros. O curta-metragem abre as exibições deste domingo, 1.

Promovido com apoio da Lei Emergencial de Cultura Aldir Blanc, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), a segunda edição do Transamazônico está sendo realizada presencialmente no Theatro Hélio Melo, Centro de Rio Branco. Neste domingo, a programação começa às 17 horas.

“Maués, a Garça” retrata a história do dançarino, cantor, compositor, ator, diretor, performer, designer, poeta Maués Mello, a partir de suas próprias memórias e diários. Em seus cadernos de trabalho, encontra-se o impulso fundamental dos movimentos viscerais que, entre a delicadeza e a transgressão, o múltiplo artista veio a executar em todos esses meios de expressão, ao longo de sua intensa passagem por nosso mundo.

O filme é dirigido por Isabelle Amsterdam

“É com muito prazer que a gente começa o nosso circuito de distribuição do filme, essa é a primeira produção da Palmacea Produções. É um documentário de 27 minutos, em que a gente optou por uma linguagem estética de material de arquivo. E nós esperamos todes, a partir das 17 horas, no Teatro Hélio Melo”, destaca a diretora do filme, Isabelle Amsterdam.

Além da exibição de Maués, o público vai poder se deleitar com a arte e talento de Maiara Rio Branco, Leandre e Amanda Schoenmaker, que vão apresentar a trilha original de “Maués, a Garça”, de Beto Brasiliense.

Posterior ao show, a produção do Festival Internacional LGBTQIA+ vai exibir dois longas-metragens e um curta brasileiros: “Maués: A Garça” (12+), uma produção acreana, que será lançada no Transamazônico; “Os Primeiros Soldados” (14+); “Seguindo Todos os Protocolos” (18+).

O evento é totalmente gratuito, mas, somente pessoas que seguiram as recomendações do protocolo de saúde e concluíram seu esquema vacinal poderão participar do evento. A carteira de vacina e documento com foco serão solicitados na entrada do festival.

Público prestigia estreia do Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+

O Transamazônico começou na quinta-feira, 28, e se estende até o domingo, 1

O Theatro Hélio Melo foi palco nesta quinta-feira, 28, da estreia do Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, que chega a sua segunda edição em 2022. Uma noite repleta de falas marcantes, presenças ilustres e de exibições de produções que arrancaram bons suspiros do público.

O projeto, financiado pela Lei Emergencial Aldir Blanc por meio da Fundação Elias Mansour (FEM), está apresentando produções do Brasil, Paraguai, Chile, Espanha, Quênia e China. Este ano, o Transamazônico é totalmente presencial.

“É com muita alegria que neste ano promovemos o Transamazônico no formato presencial, ano passado, devido a pandemia, foi online. Nesta edição reunimos filmes de vários países, com histórias e produção de pessoas LGBTQIA+, fomentando o debate sobre as nossas histórias, vivências, direitos, conquistas e vidas. Sejam todes muito bem-vindos ao Transamazônico, são quatro dias intensos de uma programação pensada para esse momento tão bonito, rico, repleto de cultura e arte”, destacou o idealizador do festival e produtor cultural, Moisés Alencastro.

O presidente da FEM, Manoel Pedro, o Correinha, salientou a importância da Lei Aldir Blanc. “Muitos estados brasileiros devolveram o recurso, o que eu considero um crime. No estado do Acre nós administramos mais de R$ 16 milhões, e eu ainda torço para que Lei Paulo Gustavo seja aplicada. Hoje, estamos colhendo os frutos da Aldir Blanc e a Fundação Elias Mansour ainda tem muito mais a fazer, estamos à disposição. Parabéns e vida ao longa ao festival Transamazônico”, afirmou.

Durantes os quatro dias de festival – 28 de abril a 1 de maio –, o público vai poder apreciar 8 longas-metragens e 3 curtas-metragens que fomentam debates e reflexões sobre diversidade e aos direitos e vivências da comunidade LGBTQIA+, em diferentes recortes, com foco no respeito às liberdades.

Sextou

Na noite desta sexta-feira, 29, serão exibidos quatro super produções, a partir das 19 horas: o curta paraguaio “Yo Drag” (14+), o longa brasileiro “Transamazonia” (16+), o curta brasileiro “Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui” (18+) e o longa-metragem chileno “A Viagem de Monalisa” (18+).

O evento é totalmente gratuito, mas, somente pessoas que seguiram as recomendações do protocolo de saúde e concluíram seu esquema vacinal poderão participar do evento. A carteira de vacina e documento com foco serão solicitados na entrada do festival.

Confira a programação do Transamazônico Festival de Cinema Internacional LGBTQIA+ 2022

O evento é totalmente gratuito. A carteira de vacina e documento com foco serão solicitados na entrada do festival

A programação do Transamazonico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ 2022 começa nesta quinta-feira, 28, no Theatro Hélio Melo, em Rio Branco, a partir das 18h30. O projeto, financiado pela Lei Emergencial Aldir Blanc por meio da Fundação Elias Mansour (FEM), vai exibir produções do Brasil, Paraguai, Chile, Espanha, Quênia e China.

O evento este ano será totalmente presencial, incluindo a exibição dos filmes. Na abertura, a plateia vai desfrutar de um show artístico do cantor Pedro Lucas. Em seguida, às 19h30, será exibido o longa-metragem “Germino Pétalas no Asfalto – uma produção brasileira, com indicação para a partir 12 anos. Posteriormente, a produção do Transamazonico vai apresentar o longa espanhol “Mariquinhas: O Cinema das 5QK’s” (classificação 16+).

Durante os quatro dias de festival – 28 de abril a 1 de maio –, o público vai poder apreciar 8 longas-metragens e 3 curtas-metragens que fomentam debates e reflexões sobre diversidade e aos direitos e vivências da comunidade LGBTQIA+, em diferentes recortes, com foco no respeito às liberdades.

Na sexta-feira, 29, serão exibidas quatro produções, a partir das 19 horas: o curta paraguaio “Yo Drag” (14+), o longa brasileiro “Transamazonia” (16+), o curta brasileiro “Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui” (18+) e o longa-metragem chileno “A Viagem de Monalisa” (18+).

No penúltimo dia de evento, sábado, 30, a partir das 19 horas, o público vai apreciar a exibição do filme espanhol “Também Encontrei Mariquitas Felizes” (18+), o longa-metragem “Rafiki” (16+) – uma produção da Quênia –, e, para finalizar a noite, será apresentado o longa chinês “Suk Suk – Um Amor em Segredo” (18+).

No último dia do Festival Transamazônico, domingo, 1, a programação começa mais cedo, às 17 horas. Na chegada, o público vai poder se de deleitar com a arte e o talento da musicista Maiara Rio Branco e as vozes de Leandre e Amanda Schoenmaker. O trio apresentará a música “Coração Leve”, do artista Beto Brasiliense, com o arranjo musical de Maiara Rio Branco, autora da trilha sonora do filme.

Posterior ao show, a produção do Festival Internacional LGBTQIA+ vai exibir dois longas-metragens e um curta brasileiro: “Maués: A Garça” (12+), uma produção acreana, que será lançada no Transamazonico; “Os Primeiros Soldados” (14+); “Seguindo Todos os Protocolos” (18+).

O evento é totalmente gratuito, mas, somente pessoas que seguiram as recomendações do protocolo de saúde e concluíram seu esquema vacinal poderão participar do evento. A carteira de vacina e documento com foco serão solicitados na entrada do festival. O uso de máscara é obrigatório.

Lene Petecão pede ação do poder público e policiamento nos mercados de Rio Branco

Lene tem hábito de visitar os mercados e dialogar com os feirantes

A vereadora Lene Petecão (PSD/Rio Branco) usou a tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco, nesta terça-feira, 29, para denunciar a falta de segurança pública a qual os feirantes que trabalham nos mercados estão submetidos.

De acordo com a vereadora, além da onda de violência e assaltos rotineiros nos bairros, os mercados municipais se tornaram alvo da criminalidade. “Uma feirante do Mercado Elias Mansour foi abordada com uma faca e teve que repassar todo o dinheiro que tinha ganho com as vendas do dia. Isso é um absurdo, é inadmissível”, afirmou.

Como proposta para reprimir a onda de violência e gerar mais segurança aos feirantes, Lene Petecão pediu que o poder público realize rondas de policiamento nos mercados de Rio Branco.

“Estamos saindo de uma pandemia, agora que eles podem voltar a ganhar mais com a venda das verduras, têm que lidar com a falta de segurança pública. É um absurdo! Peço que o governo do Estado organize rondas de policiamento dentro dos mercados, os feirantes merecem respeito e dignidade”, destacou a vereadora.

2° edição do Festival Internacional Transamazônico é promovida nesta semana em Rio Branco

O evento será totalmente presencial no Theatro Hélio Melo

Fomentando o debate sobre direitos e diversidade, será realizado de 28 de abril a 1 de maio, em Rio Branco, Acre, a 2° edição do Festival Internacional LGBTQIA+ Transamazônico. O projeto, financiado pela Lei Emergencial Aldir Blanc por meio da Fundação Elias Mansour (FEM), vai exibir produções do Brasil, Paraguai, Chile, Espanha e Quênia.

E para quem estava com saudades das telonas, este ano, o evento será totalmente presencial, no Theatro Hélio Melo centenário, localizado em um dos mais belos cartões-postais do Acre, no complexo histórico no centro da capital, que foi e é palco de diversas expressões artísticas.

Idealizado pelo colunista social Moisés Alencastro, o evento leva ao público discussões importantes relacionadas à diversidade e aos direitos da comunidade LGBTQIA+, além de colocar a capital acreana no mapa dos festivais de cinema realizados no Brasil.

Moisés é o idealizador do projeto (Foto: Arquivo Pessoal)

“O público poderá assistir longas e curtas-metragens, de diversas nacionalidades e idiomas, todos com legendas em português. A luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+, a programação com títulos que abordam temas como aceitação, luta contra o preconceito, redesignação de gênero, educação sexual, relacionamentos, busca por uma verdadeira identidade, descobertas, entre outros tantos assuntos, são alguns dos temas trazidos pela seleção de filmes deste ano”, observa Moisés.

Ao todo, o festival vai exibir 8 longas-metragens e 3 curtas-metragens, em quatro dias de programação. A mostra traz ao Estado um amplo panorama de produções nacionais e internacionais que se propõem a dialogar e refletir sobre as vivências LGBTQIA+, em diferentes recortes, com foco no respeito às liberdades. As exibições serão gratuitas e presenciais.

A equipe que compõe a 2° edição do Festival Transamazônico é comporta por: Moisés Alencastro (Direção de Produção), Isabelle Amsterdam (Produção Executiva), Marcelo Cordero (Curadoria), Rose Farias (Coordenação de Comunicação), Maria Meirelles (Assessoria de Imprensa / Social Media), Clara Lis (Produção de Exibição) e Neilson Abdallah (Diretor de Arte e Editor de Vídeo).

Abertura e programação

A abertura do Festival Transamazônico será na próxima quinta-feira, 28 de abril, a partir das 18h30, no Teatro Hélio Melo, em Rio Branco., e conta com a super apresentação artística cantor Pedro Lucas.

As redes sociais do @festivaltransamazonico concentram as atualizações diárias sobre a mostra, incluindo a programação. No site www.festivaltransamazonico.com.br você encontra todas as informações sobre os filmes que serão exibidos.

Lene Petecão solicita reativação do aplicativo “Meu Ônibus” em Rio Branco

O app era utilizado por mais de 10 mil usuários, foi desativado no início da pandemia da Covid-19

Compreendendo a necessidade em manter aos usuários do transporte coletivo bem-informados, especialmente, com o retorno das aulas presenciais na rede pública de Rio Branco, a vereadora Lene Petecão (PSD) solicitou ao prefeito Tião Bocalom e à Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (RBTrans) a reativação do aplicativo “Meu Ônibus”.

A indicação foi apresentada na sessão da Câmara de Vereadores desta terça-feira, 12. O app, que era utilizado por mais de 10 mil usuários, foi desativado no início da pandemia da Covid-19.

“Vale salientar que o aplicativo Meu Ônibus evitava que as pessoas passassem horas nas paradas de ônibus, à mercê de assaltos e outras violências. Outro ponto de destaque é que 90% do público que utilizava o App era composto por estudantes e universitários, que com o retorno das aulas presenciais precisam dessa tecnologia ativa”, destacou a vereadora Lene Petecão.

No aplicativo é possível identificar a rota, horários de chegada e saída dos coletivos, otimizando o tempo dos cidadãos nas paradas de ônibus e evitando possíveis situações de violências.

Lene Petecão apresenta PL que cria Programa de Cuidados para Pessoa com Fibromialgia

A proposta segue para votação nas comissões.

A vereadora Lene Petecão (PSD) apresentou na Câmara de Vereadores de Rio Branco nesta quinta-feira, 17, o projeto de lei que propõe a criação do Programa de Cuidados para Pessoa com Fibromialgia. A proposta segue para votação nas comissões.

(Foto: Maria Meirelles)

“Essa é uma luta que eu acompanho há um tempo. O projeto foi discutido e alinhado com as pessoas que sofrem com essa doença. Aproveito para agradecer a Lene Queiroz, que muito contribuiu com a criação desta lei que visa gerar mais qualidade de vida às pessoas acometidas pela fibromialgia”, salientou a vereadora.

O PL lista uma série de ações de saúde no âmbito municipal, como o oferecimento de serviços para o diagnóstico e tratamento da fibromialgia, a fim de melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença; o desenvolvimento de campanhas educativas sobre o Programa, ampliando o acesso ao tratamento; capacitações de servidores do Sistema Único de Saúde, bem como o desenvolvimento de pesquisas, entre outras medidas.

O PL foi construído junto ao movimento social

Segundo a representante voluntária da Associação Nacional de Fibromiálgicos de Doenças Correlacionadas (Anfibro) no Acre, Lene Queiroz, o projeto de lei pauta um direito e acesso legal de atenção à saúde para os fibromiálgicos.

“Hoje foi um dia muito feliz para nós, pois esse projeto de lei é uma luta nossa antiga. Ele propõe serviços que melhoram a qualidade de vida para quem tem a doença. O tratamento da fibromialgia é muito caro, e muitos de nós depende unicamente do SUS, como eu, e nós precisamos de uma equipe multidisciplinar. Agradecemos a vereadora Lene Petecão por encabeçar essa causa com a gente, e estamos na torcida para que o projeto seja aprovado e sancionado”, frisou Lene Queiroz.

“Este governo tem ódio contra os povos indígenas e o Meio Ambiente”, afirma liderança Ashaninka sobre PL 191/2020v

o governo Federal tenta colocar em pauta, novamente, o Projeto de Lei que libera mineração em Terras Indígnas
A liderança do povo Ashaninka se pronunciou em suas redes sociais (Foto: Ascom Apiwtxa)

Em uma nova tentativa de promover a destruição de Terras Indígenas (TIs) no Brasil, o governo Federal tenta colocar em pauta, novamente, o Projeto de Lei 191/2020, que libera mineração, geração hidrelétrica, exploração de petróleo e gás e agricultura em larga escala nas TIs. O PL, que pode ser votado a qualquer momento nesta quarta-feira, 9, no Congresso Nacional, é considerado inconstitucional, na avaliação do Ministério Público Federal (MPF).

A liderança Ashaninka do Acre e coordenador da Organização dos Povos Indígenas do Rio Juruá (Opirj) se pronunciou em suas redes sociais, apontando este ato como mais uma tentativa do governo de Jair Bolsonaro de destruir os Povos Indígenas. “Desde o dia primeiro de janeiro de 2019, o governo Bolsonaro está atacando os povos indígenas. Não podemos diminuir a gravidade com quem esse governo tem nos tratado, é daí para pior e não muda pois está no sangue dele. Ele tem ódio contra povos indígenas e Meio Ambiente, além de todas as classes sociais que vêm de origem mais humilde”.

Sobre a exploração mineral nas Terras Indígernas, a Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal, vinculado à PGR (Procuradoria-Geral da República), opina que é ilegal, segundo nota técnica divulgadahoje pelo órgão. A nota afirma que o direito constitucional dos povos indígenas não pode ser violado por causa de uma dependência eterna para a produção de fertilizantes químicos em benefício de um setor específico da economia nacional, por mais relevante que seja.

Ainda nesta quarta-feira, está sendo realizado o Ato Pela Terra, em Brasília, organizado pelo cantor Caetano Veloso e outros artistas. Nesta manhã, já se reuniram com ministros do Superior Tribunal Federal (STF) para falar sobre as ameaças do pacote da destruição, conjunto de projetos que ameaçam o meio ambiente e a agenda socioambiental.

Segundo Piyãko, mesmo com todos os apontamentos técnicos e jurídicos, o governo insiste em uma pauta que irá promover a destruição das comunidades. “Este presidente não é humano, ele está entre o céu e a terra. Não queremos continuar vivendo nas mãos dessa gente, ele vai continuar fazendo de tudo para nos destruir. Mas não vão nos vencer, tenho certeza que o povo brasileiro está muito triste com este presidente e vamos mudar este desgoverno que está aí”. E como mensagem final, afirma: “Vamos resistir”.

Apiwtxa recebe ação de saúde e vacinação infantil contra a covid-19

As crianças acima de 5 anos de idade foram vacinadas contra a covid-19

No final do mês de fevereiro, a comunidade Apiwtxa recebeu uma ação de saúde promovida pela Marinha do Brasil, por meio da equipe do Navio de Assistência Hospitalar “Dr. Montenegro”, e pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Juruá. A ação ocorreu nos dias 23 e 24 de fevereiro, e contou com os atendimentos médicos, odontológicos, pediátricos, ginecológicos e a vacinação contra a covid-19 para crianças acima de cinco anos de idade.

As crianças foram imunizadas contra a Covid-19 (Foto: Yara Piyãko)

O atendimento contou com cerca de 40 profissionais, tendo também a participação de membros da comunidade para realizar a tradução em alguns casos. “Nosso trabalho é trazer assistência hospitalar e odontológica, e a partir deste ano de 2022, fazer pesquisa na área biomédica com comunidades ribeirinhas, mas também atendendo comunidades indígenas”, explica Shana Barroso, Primeiro-Tenente (RM2-S).

Na abertura das atividades, Francisco Piyãko, uma das lideranças da comunidade e coordenador da Organização dos Povos Indígenas do Rio Juruá (Opirj), falou sobre a importância deste intercâmbio cultural. “A gente faz tudo para que nossas crianças sejam bem cuidadas, se forme adultos não só fisicamente, mas tenham o seu espírito preparado para cá. Viver aqui é viver em uma sociedade que tem outros valores que muitas vezes não é compreendido lá fora. Aqui, mesmo com nossos conhecimentos da medicina tradicional, nós estamos interagindo com a ciência do mundo exterior, pois existem muitas doenças novas e é importante estarmos preparados”.

Vacinação contra a covid-19

O atendimento contou com cerca de 40 profissionais (Foto: Yara Piyãko)

Uma das ações de grande importância, foi a vacinação contra a covid-19 para as crianças acima de 5 anos de idade, que contou com grande adesão das famílias ashaninkas. “Estamos trabalhando para vacinar mais de três mil crianças indígenas dos oito municípios atendidos pelo Polo da Sesai no Juruá. Contamos muito com as lideranças e Conselho de Saúde para que possam se organizar nas aldeias e receber as vacinas e juntos ajudamos a acabar com esta doença”, declarou Iglê Monte da Silva, coordenadora do DSEI Alto Rio Juruá.

“Essa vacinação é muito importante! Eu fui uma das primeiras pessoas a ser imunisada aqui na Apiwtxa, muitas pessoas de fora ficavam querendo nos assustar, mas nunca acreditei nelas. Acredito na Ciência e a saúde é o que precisamos ter em primeiro lugar, por isso temos que trabalhar para vacinar todos. Aqui vacinamos os mais velhos, adultos e agora as crianças e é uma alegria muito grande, recomendamos a todos os parentes que se vacinem também!”, afirmou Wewito Piyãko, presidente da Associação Apiwtxa.

Segundo Shana Barroso, a vacina é um meio importante para controlar a covid-19 e outras doenças também. “Quando as pessoas se vacinam, você diminui imensamente o número de mortos pela doença, como estamos vendo com a covid-19. Muitas pessoas inventam histórias de que vacinas não funcionam, mas quando a gente compara 2020, na primeira onda da covid-19, com este aumento de casos em janeiro deste ano, a gente consegue ver que antes da vacina muita gente veio a falecer da covid, diferente deste momento, em que a vacina já está avançando na população”.

Matéria produzida com informações e registro de Yara Piyãko, participante da Oficina de Comunicação, realizada pelo projeto Nossas Futuras Florestas – Amazônia Verde, uma parceria da Apiwtxa com a Conservação Internacional (CI Brasil). Acesse aqui para saber mais.

Vereadora Lene Petecão apresenta projeto de lei que institui o ‘Março Mulher”

A proposta visa estimular a implementação de políticas públicas

A vereadora Lene Petecão (PSD/Rio Branco) apresentou nesta terça-feira, 8, Dia Internacional da Mulher, um projeto de lei que propõe a criação do “Março Mulher”. A ideia é estimular a gestão municipal a realizar ações, a partir de políticas públicas de gênero.

Lene apresentou o projeto no Dia Internacional da Mulher

Entre as propostas do projeto estão: a promoção de encontros e fóruns de debates, a discussão de políticas de enfrentamento a violência contra à mulher, o incentivo ao acesso e à participação de mulheres nos espaços de poder, campanhas educativas, formações e qualificações, entre outras ações.

Segundo a vereadora Lene Petecão, o projeto visa estimular a implementação de políticas públicas. “A ideia é que esse mês simbolize a valorização das mulheres, que deve ser durante o ano todo, a partir de políticas públicas de gênero”, frisou.

Para a vereadora, a ausência de mulheres nos espaços de poder e decisão, limitam a ampliação das políticas públicas. “Para romper as barreiras de uma sociedade machista, temos que colocar mulheres nos Parlamentos”, endossou.

O Governo poderia ter alertado com antecedência população do Jordão sobre inundação, diz Leo de Brito

Parlamentar entrará com pedido de investigação das responsabilidades junto ao Ministério Público

“Nenhuma alagação no Acre pode acontecer de surpresa. Infelizmente, o governo de Gladson Cameli foi omisso com a população do município de Jordão que teve 70% de sua área inundada nesta semana”, denunciou o deputado federal Leo de Brito durante discurso na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 23.

O parlamentar acusa o Estado de omissão (Foto: Ascom Leo de Brito)

O parlamentar explica que sua denuncia se baseia no fato de que, desde 2013, quando Tião Viana era governador do Estado, o Acre dispõe dos serviços do Centro Integrado de Gestão e Monitoramento Ambiental (CIGMA) que conta com 32 pontos de aferição de dados, justamente para evitar que desastres ambientais ocorram de maneira inesperada.

“Falam que a enchente registrada no Jordão chegou de surpresa. Mas ficou claro que isso poderia ter sido evitado. Nós estamos acompanhando a situação da enchente e pós-enchente, cobrando ações das autoridades para atender a população. Vimos imagens lamentáveis de indígenas catando comida em meio à lama. Não vamos ficar de braços cruzados”, destacou o parlamentar.

Diante da situação, Leo de Brito anunciou que entrará com um pedido de investigação das responsabilidades do governo do Acre junto ao Ministério Público do Estado (MPAC).

De acordo com o relatório de Monitoramento Hidrometeorológico número 34, do dia 21 de fevereiro, dia que a enchente atingiu a cidade de Jordão, o sistema estava em condição de disparar os alertas. Mas, isso não aconteceu. Os dados informam ainda que, no Jordão, do dia 20 para 21, em 24 horas, choveu mais de 100 milímetros, num acumulado somente em fevereiro de quase 300 milímetros.

“Nós sabemos que existem os eventos extremos e, obviamente, fenômenos como enchentes e secas atingem o nosso país. Vimos agora os casos recentes nos Estados da Bahia, Minas Gerais e na cidade de Petrópolis. Mas no caso de Jordão, no Acre, havia meios para monitoramento das chuvas e nada foi feito. O povo não pode sofrer com essas ações negligentes e ninguém ser responsabilizado”, finalizou Leo de Brito.

Carnaval: Acre mantém pontos facultativo nos dias 28 de fevereiro, 1 e 2 de março

Apesar da pandemia, o governo do Acre resolveu manter os pontos facultativos

O governo do Estado manteve os pontos facultativos do feriado de Carnaval, na segunda-feira, 28, terça (1) e Quarta-Feira de Cinzas, 2 de março. As datas já haviam sido publicadas no Diário Oficial do Estado no dia 16 dezembro de 2021, por meio do Decreto N° 10.824.

Apesar das datas permanecerem como ponto facultativo, o governo mantém a situação de atenção em todas as cidades do Acre (Bandeira amarela), na classificação de risco, por meio do Decreto nº 10.985, de 1 de fevereiro de 2022, ficando assim suspensas as atividades em que haja aglomeração. Ao adotar a medida, o governo ratifica o compromisso de atuar de forma responsável no combate e controle da pandemia.

O atendimento nas unidades de saúde do Estado, incluídos os serviços de atendimento médico especializado, serviço de apoio diagnóstico, de internação, nos centros cirúrgicos, UTIs e central de agendamento de cirurgias não vai sofrer alteração.

Com o decreto do ponto facultativo, ficam os secretários e demais autoridades da administração pública autorizados a convocar seus servidores para expediente normal, por necessidade de serviço.

Quarta-Feira de Cinzas

A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, que compreende o período entre a Quarta-Feira de Cinzas e a Quinta-Feira Santa (semana que antecede a Páscoa).  A data entendida pela Igreja Católica como o início de um período de devoção marcado por orações e jejuns.

Acre registra 3 mortes e mais de 1.600 casos de Covid-19 nesta segunda-feira

As contaminações por Covid-19 e as mortes em decorrência da doença seguem em crescente no Acre. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), nesta segunda-feira, 21, foram confirmados três óbitos e novos 1.601 casos de infecção por coronavírus.

Com a atualização dos dados do boletim, o número oficial de óbitos subiu para 1.959 vítimas e de infecções para 117.850 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 307.293 notificações de contaminação pela doença, sendo que 189.431 foram descartadas e 12 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen).

Estima-se que pelo menos 108.818 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 54 seguem internadas.

Mortes

Natural de Rio Branco, F.S.O., de 71 anos, deu entrada no dia 16 de fevereiro e faleceu no dia 20, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC).

Natural de Mâncio Lima, B.P.L., de 87 anos, deu entrada no dia 10 de fevereiro e faleceu no nesta segunda-feira, 21, no Hospital Regional do Juruá.

Natural de Rio Branco, R.N.R.M., de 89 anos, deu entrada no dia 17 de fevereiro e faleceu no dia 19, no Pronto-socorro (PS) de Rio Branco.

Rio Tarauacá transborda e deixa 74 famílias desabrigadas no Jordão

Jordão foi o primeiro município do Acre a registrar alagação e com 40% de sua área afetada

O município do Jordão foi o primeiro a sofrer uma alagação em 2022. A cidade, que é banhada pelos rios Jordão e Tarauacá, está com 40% do seu território inundado pelas águas e 74 famílias desabrigadas.

Nesta segunda-feira, 21, o Rio Tarauacá registrou a cota de 8,75 metros – nível acima da cota de transbordamento que é de 7,50 metros. A estimativa dos órgãos de defesa é de que aproximadamente 340 pessoas tenham sido afetadas.

De acordo com a Defesa Civil Estadual, no fim de semana o município registrou o acumulado de 90,8 milímetros de chuva, agravando a situação da enchente. A previsão para os próximos dias é de chuva, mas, a estimativa é que o manancial estabilize.

A servidora pública Nágila Figueiredo conta que águas subiram repentinamente. “Começou a subir muito ligeiro e não tinha socorro para todo mundo. Graças a Deus, vidas não foram perdidas, mas, tem muita gente ficando sem nada. Até as criações de animais estão morrendo, galinhas sendo colocadas em cima dos tetos das casas atingidas pelo rio”, relatou.

Além das comunidades indígenas, que foram bastante afetadas pela cheia, o comércio da cidade também registra prejuízos. Bairros da cidade tiveram o fornecimento de energia elétrica cortado para evitar acidentes.