Acre perde 1,3 mil linhas de telefone fixo em apenas um ano, diz pesquisa Anatel

Atelefonia fixa ainda resiste no Acre ante ao crescimento cada vez maior do uso do celular em detrimento de outros meios de comunicação. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 houve uma redução de 1.385 (ou -1,58%) no número de linhas fixas no Estado. Mesmo com números negativos, o retrospecto do Acre não é o pior do Brasil: nos últimos doze meses os estados que apresentaram as maiores quedas percentuais foram Amapá com menos 6,52 mil linhas fixas (-13,57%), Rio Grande do Norte com redução de 26,58 mil linhas (-8,68%) e Maranhão menos 29,78 mil linhas (-8,55%). Os únicos estados que apresentaram aumento no número de linhas foram Santa Catarina, com aumento de 8,87 mil linhas (+0,53%), Mato Grosso do Sul com 2,14 mil (+0,44%), Goiás com 2,74 mil (+0,22%) e Mato Grosso com 1,01 mil (+0,20%).

De toda forma, os últimos 12 meses representam o forte declínio do uso de linhas fixas no País. Em nível nacional, as empresas autorizadas e concessionárias da telefonia fixa apresentaram queda de 1,72 milhão de linhas (-3,96%) de acordo com dados divulgados esta semana pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Na comparação janeiro de 2017 a dezembro de 2016, a concessionária Oi, que detém a mairo fatia do mercado acreano, apresentou queda de 50,40 mil linhas fixas (-0,36%) em todo o País. A Vivo menos de 33,67 mil (-0,35%).