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Meio ambiente

Acre participa da 116ª Reunião Ordinária da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente

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Com o propósito de participar de debates sobre temas prioritários e de uma agenda integrada entre os estados brasileiros no que tange à pauta ambiental, a secretária do Meio Ambiente do Acre, Julie Messias, participa, desde sábado, 27, até quarta-feira, 1º, em Maceió (AL), da 116ª Reunião Ordinária da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), onde também é realizada a 1ª Assembleia Geral Ordinária da instituição.

Reunião Ordinária da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente está sendo realizada em Alagoas. Foto: Tiago di Lucas/Ascom Semarh

Participam da agenda secretários estaduais de meio ambiente e demais representantes, o governador de Alagoas, Paulo Dantas, e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, por meio de vídeo, além das demais representações estaduais na área ambiental.

Entre os temas prioritários estão a assinatura do acordo de cooperação técnica entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio da Secretaria de Aquicultura e Pesca, e a Abema, realizada durante a reunião; a 5ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA) e as deliberações para a aprovação da revisão do estatuto da Abema.

Secretária Julie Messias participa de encontro que debate temas prioritários e agenda ambiental integrada entre estados. Foto: Tiago di Lucas/Ascom Semarh

A programação da Abema itinerante se iniciou com visitas técnicas à Pindorama, cooperativa que tem como base a agricultura familiar, localizada no município de Penedo e Foz do Rio São Francisco. A agenda técnica foi finalizada com debates acerca do caso da Braskem (empresa petroquímica global que foi acusada, em 2019, pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), órgão do governo federal, de provocar instabilidade do solo com a extração de sal-gema), sob a ótica dos desafios ambientais e sociais.

Já na plenária desta segunda-feira, 29, foi realizada a reunião de trabalho para definir as prioridades da Abema 2024. Foram discutidos temas relevantes como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), biodiversidade, recursos hídricos, desmatamento, educação ambiental e agenda climática, entre outras demandas.

A secretária Julie Messias falou da relevância do encontro. “A Abema nos conecta e possibilita a troca de informações, experiências e melhores práticas entre os órgãos ambientais estaduais. Desempenha um papel fundamental para o fortalecimento da gestão ambiental do país. Aqui, neste espaço de governança participativa, estabelecemos estratégias conjuntas para desafios ambientais comuns, como conservação da biodiversidade, combate ao desmatamento e queimadas, gestão de recursos hídricos e outros”, afirmou.

Ministra Marina Silva participou do encontro por meio de vídeo. Foto: Tiago di Lucas/Ascom Semarh

O governador de Alagoas, Paulo Dantas, disse que o encontro promove a unificação de interesses entre os estados, a fim de gerar maior eficiência na gestão ambiental. “É muito gratificante termos todos vocês aqui, líderes ligados à pauta ambiental, para tratar de assuntos comuns na defesa do nosso meio ambiente. Damos as boas-vindas a todos, e estejam convidados para futuros eventos que possam ajudar na construção de um meio ambiente melhor para todos”, observou.

Assinatura do acordo de cooperação técnica entre MMA e Abema foi pauta do encontro. Foto: Tiago di Lucas/Ascom Semarh

A presidente da Abema, Maureen Lazzaretti, abordou a importância da Abema e da união dos estados brasileiros, que, mesmo com biomas diferentes, devem estar unidos a favor do meio ambiente, com alternativas mais sustentáveis.

“Agradeço a todos da Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Alagoas, pois estamos tendo uma imersão técnica neste encontro. Esta reunião permite estarmos juntos, então agradeço também aos colegas; isso demonstra a importância que a Abema tem para todos os órgãos estaduais de meio ambiente”, observou.

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Na oportunidade, ficou acordada a criação de dois grupos de trabalho (GTs), um ligado à atividade de aquicultura e outro relacionado à supressão de vegetação.

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