
A Câmara dos Deputados e o Senado terão ao menos 25 congressistas eleitos que tomarão posse em fevereiro e se licenciarão do mandato logo depois para assumir cargos nos Executivos federal e estaduais, segundo levantamento do Poder360.
A posse no Legislativo está marcada para o dia 1º de fevereiro. Em casos que o político já esteja no cargo do Executivo para o qual foi indicado, este será afastado, tomará posse, pedirá licença e voltará ao cargo inicial (Executivo).
No Senado, 5 eleitos já assumiram vagas no governo Lula e darão espaço a suplentes. Na Câmara, 5 deputados foram indicados para a equipe ministerial e outros 10 foram escolhidos para fazer parte de governos estaduais como secretários.
Enquanto no Senado cada candidato tem sua própria chapa com 1º e 2º suplentes já definida na eleição, na Câmara, as vagas de quem se licenciar vão para os mais bem votados do partido ou federação depois dos eleitos.

No caso dos deputados, congressistas que não conseguiram se eleger assumirão as vagas. Nessa leva, aliados do PT que não foram eleitos em 2022 voltarão à Câmara.
Com as trocas, o PSD, Psol, PSDB e PC do B, ganharão mais representantes no Legislativo federal. O PT, que terá 7 congressistas sem assumir mandato, perderá dois representantes no Congresso. Isso porque o ministro Wellington Dias (PT-PI) dará lugar para Jussara Lima (PSD-PI), sua 1ª suplente no Senado, e o ministro Luiz Marinho (PT-SP) será substituído na Câmara por Orlando Silva, o próximo mais votado da federação.
As diferenças se dão por causa da dinâmica das federações partidárias, que permitem a união de 2 ou mais partidos para agir como uma única sigla pelo prazo mínimo de 4 anos.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>