De acordo com pesquisa realizada pela Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), em conjunto com o instituto Data Control, 71% da população da capital acreana afirma que a violência aumentou. Além dos dados relacionados à segurança, informações sobre educação e saúde também foram coletadas.
A pesquisa contou com 400 entrevistados e foi realizada entre os dias 14 e 16 de maio, em 40 bairros da cidade de Rio Branco. Dentre elas, 69% afirmaram que o principal problema são os assaltos, 17% roubos e furtos, 9% violência generalizada e 3% lesão corporal.
Já no quesito saúde, 89% das pessoas afirmaram usar o SUS de maneira direta. Destas, 49% consideram o atendimento como ruim ou péssimo, 32% como regular e apenas 18% bom ou ótimo.
Em relação aos serviços procurados, a pediatria aparece em primeiro com 26%, os ginecologistas em segundo, com 18%, ortopedistas em terceiro com 7%, cardiologistas na sequência, com 4% e neurologistas com 2%.
Quanto à educação, 35% das pessoas entrevistadas afirmam que não têm conhecimento sobre o uso de aparatos tecnológicos nas escolas. O número chama a atenção, pois a algum tempo o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, distribuiu diversos tablets para alunos e professores da rede municipal, assim como houve a liberação de verba para que alguns profissionais das escolas fizessem a compra de notebooks, a fim de desenvolverem materiais didáticos.
Além disso, 46% das pessoas entrevistadas se dizem insatisfeitas com a demora do retorno às atividades por parte das escolas, enquanto outros 46% dizem que tudo aconteceu dentro de um tempo hábil. Em relação a segurança nos locais de ensino, 37% acha que ela é inadequada ou inexistente.


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