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quinta-feira, 25 de junho de 2026
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Mecânico de helicóptero que caiu no interior do Estado pode não voltar a andar 

O helicóptero que caiu em Feijó, no interior do Estado, deixou sete vítimas com ferimentos, segundo o corpo de bombeiros. Entre elas estavam dois bebês gêmeos, os pais das crianças, o piloto da aeronave, um técnico em enfermagem e o mecânico.

O piloto e o técnico de enfermagem saíram primeiro e conseguiram pedir socorro para os demais. Ao que tudo indica, as crianças já estavam doentes, com pneumonia, e precisavam de atendimento médico. 

“Estavam sendo acompanhadas, mas a médica solicitou o resgate das crianças, porque não estavam tendo uma recuperação rápida. Então, foi feito o resgate no domingo por volta de 9h10 e aí aconteceu esse pouso forçado. Mas, graças a Deus, fizeram tomografia, raio-x, ultrassom e estão todos bem, não tiveram nenhuma fratura. As crianças já estão recebendo atendimento que precisavam, passaram por avaliação com pediatra e estão se recuperando bem da gripe forte”, informou a coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Alto Rio Juruá, Iglê Monte.

Ainda de acordo com ela, os demais passageiros seguem bem, com exceção do mecânico. Este reclamava de muitas dores na região lombar e não conseguia andar sozinho.

A expectativa era que o mecânico fosse transferido ainda na terça-feira, 10, para Rio Branco, através de uma UTI aérea. Ele teve uma fratura na segunda vértebra e existe a possibilidade de não conseguir voltar a andar, e devido a isso passará por cirurgias.

O tenente-coronel Samir Freitas, coordenador geral do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), falou brevemente sobre o acidente. “Pela minha experiência, o piloto realizou um pouso de emergência em cima de uma área de mata fechada. Pelo fato de algum problema que ainda não sabemos, não permitiria ele realizar esse pouso em uma área aberta