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segunda-feira, 29 de junho de 2026
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‘Precisamos salvar a Eletrobras e que ela continue pública’, disse Marcelo Jucá

Os deputados federais tem uma grande missão a fazer. Tornar a Eletrobras uma empresa privada ou que ela continue uma estatal. A Medida Provisória 1031/21, sobre a desestatização da Eletrobras, é o único item da pauta de sessão deliberativa remota da Câmara dos Deputados convocada para às 15 horas desta segunda-feira, 21.

Sindicatos, trabalhadores e movimentos sindicais estão pressionandos os parlamentares a votar contra a privatização da estatal brasileira. O presidente do Sindicato dos Urbanitários do Acre, Marcelo Jucá, falou sobre a importância da Eletrobras permaneça pública.

“Não podemos deixar que vendam a Eletrobras. Uma empresa pública, que há anos presta um serviço essencial a população. Um patrimônio do brasileiro. Uma vez vendida, os donos encarecem os serviços e a promessa de oferecer um serviço de qualidade, fica na promessa. Temos que pressionar nossos parlamentares para que isso não ocorra”, disse o sindicalista.

Jucá ainda falou sobre o voto dos senadores do Acre em favor da privatização.

“Mesmo com os três senadores do Acre votando a favor a privatização de um setor importante que faz o equilíbrio do público com o privado, seguimos lutando em prol de um empresa público prestando um serviço de qualidade ao povo brasileiro”, ressaltou.

Outro que é contra a privatização da Eletrobras é o deputado federal Leo de Brito. O parlamentar declarou que é contrário à venda da empresa pública e explicou os prejuízos da privatização.

“Nosso povo já tá sofrendo muito com a pandemia, a fome, a carestia dos alimentos, do gás de cozinha, dos combustíveis e a energia elétrica. Temos o exemplo do que aconteceu aqui no Acre com a venda da Eletroacre, que eu também fui contra. Eu vou votar não a privatização da Eletrobras porque se privatizar a conta vai aumentar, infelizmente quem sempre paga a conta é o povo”, disse o deputado acreano.