O estudante Alan Araújo, preso pelo envolvimento no atropelamento e morte da jovem Jonhliane Paiva, teve o pedido de revogação da prisão negado pela Justiça.
A decisão foi do juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar, o mesmo magistrado que decretou a prisão do estudante.
Alan foi indiciado pelo crime de homicídio qualificado e está preso no Pavilhão Q do Presidio Francisco de Oliveira Conde, desde o dia 14 de agosto.
O advogado, Romano Gouveia, sustentou no recurso que a prisão pode ser substituída por medidas cautelares, uma vez que Alan não teria, segundo ele, maus antecedentes.
O Ministério Público do Acre (MPAC) se manifestou contrário ao pedido. Na decisão, o juiz Alesson Bráz, argumentou que a prisão é necessária para a garantia da ordem pública.
“A prisão cautelar foi mantida por permanecer os requisitos autorizadores da prisão preventiva, entre eles, a garantia da ordem publica”, afirmou o magistrado.


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