Depois de um dia de escalada do dólar, provocada, principalmente por questões políticas do País, a moeda americana abriu as negociações desta sexta-feira, 21, em alta, de cerca de 0,7%, cotada a R$ 5,59.

Desde o início do ano, nos primeiros pregões em janeiro, a valorização do câmbio chega perto de 40%. O patamar alto atual, porém, não é o maior.
Em 14 de maio, o recorde nominal foi atingido, quando não se desconta a inflação: R$ 5,9718. Após isso, em meados do mês de junho, a cotação chegou a custar abaixo de R$ 4,90, mas, nas últimas semanas, se estabilizou perto de R$ 5,40 e R$ 5,50.
Mas, na quinta-feira, quando o veto do presidente Bolsonaro acerca do reajuste te servidores públicos tinha sido derrubado pelo Senado, o dólar passou de R$ 5,65. Com a Câmara mantendo o veto do presidente, o fechamento de quinta ficou em R$ 5,55.
Nas casas de câmbio, de acordo com levantamento realizado pelo jornal, o dólar turismo é negociado próximo de R$ 5,80.


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