Nesta segunda-feira ,04, Vigilância Sanitária em Rio Branco iniciou, uma fiscalização redobrada para que os estabelecimentos comerciais cumpram as determinações feitas pelas autoridades no decreto de isolamento social, publicado nesta segunda, no Diário Oficial do Acre. Um balanço feito parcialmente mostra que ao menos 68 denúncias foram recebidas no fim de semana.
No dia ,3, o governador do estado, Gladson Cameli, anunciou que o decreto que impossibilita as atividades que não são essenciais em todo o estado. O decreto deixa bem claro que estão liberadas somente as atividades de extrema necessidade, porém, diz que outros estabelecimentos podem funcionar de forma normal desde que oferte os serviços de delivery, mas sem atendimento direto para evitar aglomerações.
Segundo Luiz Carlos Basílio auditor fiscal da Vigilância Sanitária diz que “O objetivo do decreto é eliminar a possibilidade de as pessoas estarem circulando pelas ruas sem a devidas necessidades, o decreto 5.496 ele estabeleceu algumas regras, a grande maioria do comércio só poderá funcionar se estiver no ramo de necessidades essenciais. Dito isto, o comércio não está sendo interditado ou impedido de trabalhar, o que tem são regras para que não haja acesso da população a esses produtos e serviços. Então, aquelas empresas que não possuem permissão pelo decreto estadual para funcionamento diretamente ao público, tem a possibilidade de fazer esse atendimento através do delivery ou prestadoras de serviços que fazem o acesso remoto
O distanciamento entre uma pessoa e outra, que deve ser de 2 metros é muito importante principalmente na situação vivida nos últimos dias, tanto dentro como fora do estabelecimento. A determinação do governador é que os estabelecimentos sejam demarcados para a segurança de todos que frequentam os espaços.
“Há uma real necessidade que o empresário tem de manter suas atividades, a gente entende isso. Mas, a questão de saúde hoje é prioritária, porque o estado tem apresentado número crescente de casos confirmados e, enquanto esses casos não diminuírem, há de se ter essa necessidade de evitar a circulação de pessoas. Vai reduzir muito a circulação e vai ajudar a proteger contra a disseminação do coronavírus”, explica o auditor.


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