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sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Eduardo Bolsonaro associa ameaça contra Flávio à classificação de PCC e CV como terroristas pelos EUA

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro comentou nesta quinta-feira (28) a investigação aberta pela Polícia Legislativa do Senado Federal para apurar uma suposta ameaça da influenciadora Deolane Bezerra contra o senador Flávio Bolsonaro.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Eduardo relacionou o caso à recente decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras.

“Para quem acha que é brincadeira essa história de colocar o CV e o PCC como organizações narcoterroristas, pode ter certeza que o Flávio e todos nós que apoiamos o Bolsonaro incomodamos muita gente com essa pauta”, afirmou.

Na sequência, o parlamentar declarou que “o tráfico de drogas está na base da esquerda” e classificou o momento como uma “guerra espiritual”.

A fala ocorreu pouco antes de o Departamento de Estado norte-americano oficializar a inclusão das duas maiores facções criminosas do Brasil na lista de organizações terroristas estrangeiras.

Durante a publicação, Eduardo Bolsonaro também relembrou ações realizadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro no combate ao tráfico de drogas. Segundo ele, a gestão registrou apreensões recordes de cocaína no país.

“Todas as pessoas principais responsáveis por isso hoje estão na cadeia”, declarou, citando nomes como Anderson Torres, Silvinei Vasques, Braga Netto, Augusto Heleno e Jair Bolsonaro.

A investigação teve início após declarações do cantor de funk Misael Rangel da Silva e Souza, conhecido como MC Misa, durante entrevista ao canal Frank Clips, no TikTok. Segundo ele, Deolane Bezerra estaria planejando um atentado contra Flávio Bolsonaro.

Diante da repercussão, a Polícia Legislativa do Senado Federal registrou boletim de ocorrência para apurar o suposto plano mencionado durante a entrevista.