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segunda-feira, 8 de junho de 2026
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Caso Joyce Souza: governo oferece apoio psicológico à família e investiga denúncia de abusos

A morte de Joyce Souza de Araújo, ocorrida na última semana, gerou comoção nas redes sociais e entre amigos e familiares em Rio Branco. Após uma transmissão ao vivo realizada por sua filha e irmã na última sexta-feira (22), vieram à tona relatos de abusos psicológicos sofridos por Joyce em seu último relacionamento.

Diante da repercussão, a Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), por meio do Departamento de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres (DEPEVCM), divulgou uma nota pública informando que já fez contato com a família da vítima e ofereceu atendimento psicológico.

“Estamos à disposição para tomar as providências cabíveis dentro das competências da instituição”, declarou o órgão.

Abusos revelados
Durante a live, a irmã de Joyce relatou que a vítima enfrentava ameaças constantes, manipulação e tortura psicológica. Joyce chegou a registrar uma medida protetiva contra o ex-companheiro, mas, segundo a família, as ações abusivas persistiram.

Além disso, a família revelou que Joyce havia deixado registros em vídeos e cartas documentando os abusos sofridos, além de mensagens e áudios que foram entregues às autoridades.

Mobilização e suporte
O caso reforça a importância de medidas de proteção e apoio a mulheres em situação de violência. O governo do Acre declarou estar acompanhando o caso e reforçou o compromisso de prestar suporte às vítimas e seus familiares.

Joyce, de 41 anos, era conhecida e querida em sua comunidade. Sua morte tem gerado reflexões sobre a gravidade do abuso psicológico, tema que segue em debate entre autoridades e a sociedade civil.

NOTA PÚBLICA

A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), por meio do Departamento de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres (DEPEVCM), vem a público informar que tomou conhecimento da situação envolvendo Joyce Souza de Araújo.

Ressaltamos que a Semulher já entrou em contato com a família de Joyce e disponibilizou o atendimento psicológico necessário, colocando-se à disposição para as demais providências cabíveis dentro das competências da instituição.