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Deputado Daniel Zen diz que cortes de Temer são desumanos

Deputado Daniel Zen diz que cortes de Temer são desumanos

A manutenção dos milhares de centros de referência de assistência social espalhados pelo país, a política de implantação de cisternas e o programa de aquisição de alimentos da agricultura familiar serão totalmente prejudicados pelo governo federal. A afirmação é do líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Daniel Zen (PT). Segundo ele, essas políticas sociais estão ameaçadas após o anúncio de cortes de recursos feito pelo governo federal.

“O corte no orçamento previsto para 2018 pelo governo federal para a assistência social ameaça seriamente a viabilidade desse tipo de trabalho nos municípios brasileiros. A proposta de orçamento de apenas R$ 78 milhões é um corte brutal. O Ministério do Planejamento já havia limitado em R$ 900 milhões os recursos para a assistência social em todo o Brasil, como a assistência social atuará como apenas R$ 78 milhões? ”, questionou.

Daniel Zen disse ainda que o corte também atingiu severamente a agricultura familiar. “O corte também atingiu com força programas importantes como o PAA, a assistência técnica, programas como o Fome Zero, enfim, todas a ações que em seu conjunto constituem-se uma política pública de apoio para garantir a agricultura familiar. Com o corte, os produtores não terão mais apoio para garantir a trafegabilidade dos ramais e o escoamento da produção. Tudo isso é lamentável. Nós sabemos da importância da agricultura familiar nos municípios, por isso estamos preocupados. O governo federal investia em torno de R$ 2 bilhões e agora será destinado apenas R$ 700 mil para o Brasil todo, como vamos fazer? Isso é inaceitável”, complementou.

Para Daniel Zen, o corte anunciado por Michel Temer é desumano é retrógrado. “Esse é o programa mais conservador, mais retrógrado e mais desumano que um presidente da República teve coragem de implementar no Brasil. São absurdos. Estamos vivendo de forma avassaladora o desmonte dos sistemas públicos estatais, das políticas de defesa de direitos. O pior é que quem está pagando a conta são os pequenos trabalhadores, porque os grandes estão tendo isenção de impostos aprovada, anistia para dívidas e vários benefícios”, finalizou. (Agência Aleac)

 

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