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Deputado Moisés Diniz afirma que doação da JBS foi dentro da lei e sob a luz do TRE

Deputado Moisés Diniz  afirma que doação da JBS foi dentro da lei e sob a luz do TRE

O deputado Moisés Diniz foi citado em uma lista de políticos beneficiários de doações da JBS, cujos proprietários – os irmãos Joesley e Wesley Batista –fizeram acordo de delação premiada com a Justiça Federal, vem utilizando as redes sociais para deixar claro que nada tem a ver com os crimes eleitorais cometidos pela empresa. Moisés é um conhecido político acreano e tem se notabililzado pela renúncia das benesses do poder.

Moisés Diniz anunciou nesta terça-feira, 23, que se as explicações que der não forem suficientes irá consultar a Justiça Eleitoral para devolver R$25 mil doados pelo grupo frigorífico nas eleições passadas. “Tenho plena convicção de que o PCdoB nacional, que solicitou essa doação, não sabia, de forma nenhuma, das atividades subterrâneas e criminosas da JBS, até porque, em 2014, não havia nenhuma denúncia contra essa empresa”, diz, em nota, o deputado comunista, alertando que, sendo tudo feito dentro da lei, a doação não feriu sua biografia ou a do PC do B.

De acordo com levantamento do portal Congresso em Foco, um em cada três integrantes do atual Congresso recebeu dinheiro do g[rupo JBS na eleição de 2014, segundo planilha entregue pelos delatores à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Juntos, quase 200 congressistas receberam mais de R$ 107 milhões da empresa. De acordo com os delatores, a maior parte dos recursos era propina, mesmo em casos de doação oficial registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foram beneficiados pela JBS 167 deputados federais, de 19 partidos, e 28 senadores. Os valores são maiores, já que nem todos foram identificados claramente no documento. Vários congressistas atribuem as doações aos seus partidos.

Veja o que diz Moisés Diniz sobre a doação da JBS:

Hoje, fui surpreendido com uma lista, aonde aparece meu nome como um dos deputados federais do PCdoB que recebeu dinheiro da JBS, misturando quem recebeu doação legal por dentro do TRE, com quem recebeu propina.

Faz-se necessário esclarecer que essa doação, de R$ 25 mil, foi feita pelo PCdoB nacional na minha conta de campanha, tudo por dentro da lei, prestado contas no TRE e disponível no site do mesmo tribunal.

Tenho plena convicção de que o PCdoB nacional, que solicitou essa doação, não sabia, de forma nenhuma, das atividades subterrâneas e criminosas da JBS, até porque, em 2014, não havia nenhuma denúncia contra essa empresa.

Tenho clareza de que a referida doação (de R$ 25 mil) foi feita dentro da lei, sob a luz das orientações do TRE, e não feriu nem a história do meu Partido e nem a minha honra.

Mas, se mesmo com essas explicações, a sociedade acreana considerar que eu devo devolver essa doação, irei consultar o TRE sobre essa formalidade e assim o farei.
Um abraço, Deputado Moisés Diniz (PCdoB-AC)

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