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Para Jorge, reformas de Temer querem levar o Brasil para um período pré-Vargas

Para Jorge, reformas de Temer querem levar o Brasil para um período pré-Vargas

Asenador Jorge Viana (PT-AC) esteve reunido na sexta-feira (5), na sede da UGT-AC, com representantes dos sindicatos de trabalhadores acreanos. Jorge Viana ouviu atentamente representantes  da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

Durante o encontro o senador ouviu dos representantes dos sindicatos sobre a revolta dos trabalhadores com as reformas propostas pelo atual governo. 

“Nós  identificamos no senador Jorge Viana um parlamentar que tem defendido os interesses dos trabalhadores. Além de sua história  junto aos sindicatos no Acre, ele tem mostrado, no Senado, que não  é a favor dessas reformas absurdas propostas pelo governo Temer”, disse Francklin Albuquerque, presidente da NCST.

“Existe uma causa que nos une. Eu conheço o movimento sindical de longa data. As grandes conquistas que tivemos  no Acre foram feitas a partir da boa relação com os trabalhadores. Acontece que hoje é  o pior momento para o sindicalismo brasileiro. O governo tenta desmontar a espinha dorsal, que são os direitos dos trabalhadores”, disse Jorge Viana.

O senador se mostrou totalmente contrário às reformas e disse que toda a bancada do PT no Senado está afinada com esse propósito. Porém, alertou para a importância das manifestações populares: “Precisamos , nesse momento delicado, estar do lado dos trabalhadores. A greve geral do dia 28 foi algo histórico, importante e traduz muita coisa que estamos vivendo. Todos precisam estar juntos nesse momento. Essa base da Câmara e do Senado não aguenta o povo  na rua. Essas reformas não  podem vencer o movimento popular”. E seguiu:  “Se essas reformas do governo fossem para desburocratizar e modernizar a lei, eu seria a favor. Mas estão querendo levar o Brasil para um período pré-Vargas. E isso atinge, principalmente, os trabalhadores e seu direitos”, concluiu o senador Jorge Viana.

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