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Cortes afetarão setor industrial, diz José Adriano

Cortes afetarão setor industrial, diz José Adriano

Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciaram um aumento de tributos.  O fato se deve ao corte das emendas parlamentares, anunciado nessa quinta-feira, 30 de março. A proposta é contingenciar R$ 42,1 bilhões das despesas do Orçamento de 2017, diminuindo em R$ 5,4 bilhões as emendas parlamentares obrigatórias, e em R$ 5,5 bilhões das não-obrigatórias.

Programas como o PAC terão redução de R$ 10,5 bilhões, e das despesas dos ministérios serão abatidos mais R$ 20,1 bilhões. De acordo com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), José Adriano Ribeiro, as atividades do setor, no estado, serão severamente afetadas. “O aumento de tributos num momento de tentativa de retomada do crescimento será bastante prejudicial. As empresas, não apenas a indústria, estão debilitadas, e o aumento de tributos põe em risco a recuperação da economia, indo na contramão do que a classe empresarial estava vislumbrando”, disse.

Os ministros anunciaram, ainda, o aumento de tributos para cumprir a meta de déficit primário de R$ 139 bilhões para este ano, além de acabar com a isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações de crédito das cooperativas. “Essa é uma questão de isonomia”, justificou Meirelles, ao afirmar que a medida gerará R$ 1,2 bilhão de receitas.

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