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EMURB atua nos três turnos para atender volume de serviços

EMURB atua nos três turnos para atender volume de serviços

De manhã, à tarde e à noite, as equipes da Prefeitura, por meio da Empresa Municipal de Urbanização - EMURB, atuam na manutenção da malha viária de Rio Branco. O objetivo da jornada tripla é atender a demanda que aumenta neste período chuvoso. Esta semana, os trabalhos foram executados na Avenida Ceará, na Rua Rio de Janeiro, na Travessa Guaporé e partes do Centro.

No trabalho diurno e noturno, além dos corredores de ônibus, a EMURB centra as ações também nos acessos às escolas, onde iniciam as aulas na próxima segunda-feira, 6. “Somente nesses primeiros sessenta dias, usamos 4.828 toneladas de asfalto na manutenção viária, com investimento de mais de R$ 2 milhões. As demandas só aumentam nesse período. Por isso temos que manter as equipes nas ruas de manhã, à tarde e à noite, já que também temos que atender, nesse período de início de ano, as ruas onde estão localizadas as escolas municipais”, explica o presidente da EMURB, Edson Rigaud.

O trabalho noturno começa às 19 horas e se estende até as 21. Homens e máquinas atuam com a mesma logística do dia: eliminam o material saturado e, no lugar, colocam solo de maior resistência, no caso, a piçarra bruta. Em seguida é a vez da massa asfáltica.

Os trabalhadores destacam como vantagem o ambiente mais frio da noite, ao invés do sol quente. “A gente sente menos calor e não tem muito problema com o trânsito”, ressalta Nildo Nunes, encarregado da EMURB.

Todo o esforço faz a diferença no dia a dia do trânsito. O estudante Vitor Lourenço, que viu o trabalho noturno, cita que essa atuação constante da Prefeitura, de manhã à noite, “faz toda a diferença com relação à mobilidade. No período noturno o impacto no trânsito é bem menor”.

“Asfalto na Amazônia é mais difícil de manter”

O inverno Amazônico, os seis meses em que as chuvas se intensificam, torna mais difícil a manutenção da malha viária. O engenheiro Mário Macêdo, diretor operacional da EMURB em exercício, explica que no inverno o lençol freático fica bem acima do normal, penetrando no pavimento. “É como se fosse um grande olho d’água, que nessa época fica mais forte e, então, somado à pressão dos carros pesados, surgem os problemas de estrutura na via. É como se essa água explodisse para cima e causasse fissuras na camada asfáltica. O desafio é maior nessa época do ano, por isso não desperdiçamos nenhum dia ou noite de trabalho”, completou.

Mário cita que o esforço da Prefeitura é para manter a malha viária da cidade em bom estado. O recapeamento, de acordo com ele, sofre alteração de acordo com o período do ano. “No verão, o material, como a piçarra e o asfalto, está seco e podemos executar o trabalho com mais tempo, pois dá para fazer a compactação respeitando um maior período de secagem. Agora nas chuvas, nem sempre isso é possível, mas temos que manter o ritmo do tapa-buracos para que os buracos não aumentem. Atuamos de inverno a verão de acordo com as especificidades do próprio clima”.

Demandas aumentam com as chuvas

O diretor operacional Mário Macêdo ressalta que neste período chuvoso a EMURB recebe um maior número de pedidos e atua atendendo às demandas que chegam à empresa de várias formas. Uma delas é através da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito – RBTRANS, responsável pelo ordenamento do trânsito e do transporte coletivo na capital - como os ônibus que fazem o transporte público.

Mas os moradores dos bairros ou as associações de moradores também podem buscar na sede da Empresa atendimento para serviços de melhorias nas localidades, como o recapeamento ou o próprio asfaltamento. A EMURB funciona na Rua Rio de Janeiro, 1.292, Abrão Alab, altos do Banco do Brasil, onde já funcionou o DEPASA. Lá existe, criado na gestão de Marcus Alexandre, o setor de articulação comunitária, que atende a comunidade. Quando o setor é acionado, as equipes se encaminham aos bairros para verificar cada situação e fazer relatórios com fotografias para encaminhar à diretoria técnica, que providencia o serviço necessário. O setor funciona como uma ponte entre os bairros e os serviços da EMURB.

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