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Cantora acreana faz tributo a Amy Winehouse

Cantora Lina Grasiela com membros da Mini Orquestra do Absurdo em Rio Branco Cantora Lina Grasiela com membros da Mini Orquestra do Absurdo em Rio Branco

Fã assumida da cantora britrânica Amy Winehouse, a artista acreana Lina Grasiela montou o show “Tributo Amy Winehouse” que estréia nesta quarta-feira, 11, às 20 horas no Teatro de Arena do Sesc. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). As vendas antecipadas são feitas nas lojas Iris Tavares e nas Havaianas do Via Verde Shopping.

O projeto é uma parceira da cantora com a Mini Orquestra do Absurdo, e tem a direção musical de Jorge Anzol. O objetivo é levar opção de atividades culturais educacionais e difusores de paz e harmonia.

Lina conta que conheceu o trabalho de Winehouse em 2009. Desde então passou a acompanhar as produções de composições. “Tornei-me muito fã. Acompanhei a série de problemas que viveu, notadamente depois que se separou do marido, e cheguei, inclusive, a ficar preocupada com a situação. Mesmo assim, as músicas ficavam cada dia mais interessantes, mais intensas.”

Para Lina, o timbre da voz, a musicalidade, tudo era encantadoramente triste e belo. E a decisão de que faria um cover da britânica surgiu quando a assistiu cantar ao vivo em 2011.

“Utilizei figurino, caracterização. Agora, reeditamos este show, que tem a direção musical de Jorge Anzol. Escolhemos músicas, estudamos o repertório e ele [Jorge Anzol], com a Mini Orquestra do Absurdo, agregou valor ao projeto. Somos 10 músicos no palco”, conta.

A trajetória musical de Grasiela, há mais de 20 anos nos palcos, é a garantia de que o show será memorável. “Cantei em barzinhos, participo do projeto Boca de Mulher há 20 anos. O palco sempre me encantou”, afirma. E agora volta com as apresentações de uma de suas referencias musicais.

Mini Orquestra do Absurdo

A Mini Orquestra do Absurdo é um projeto à parte, iniciado pelo músico Jorge Anzol. A intenção da banda é tocar jazz, blues, funk, sendo que a própria ideia deu nome ao grupo, segundo Lina. “Quando eles [Mini Orquestra do Absurdo] diziam isso, os amigos sempre retrucavam, comentando que era um absurdo, que não teriam para quem vender”, explica.

Lina diz que o desafio é grande para todos os envolvidos. “Tanto eu quanto a Mini Orquestra [do Absurdo] temos este grande estímulo de levar uma música diferente ao público acreano. Um grande desafio, mas, com certeza, extremamente gratificante”, finaliza

 

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