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Acre cresce e fica entre os 9 melhores no Ranking de Competividade dos Estados

Acre cresce e fica entre os 9 melhores no Ranking de Competividade dos Estados

O Acre está entre os nove Estados que tiveram um desempenho melhor que em 2016 no Ranking de Competividade dos Estados 2017. Além do Acre, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Alagoas e Rondônia, além do Distrito Federal também apresentaram melhora nos indicadores avaliados. 

O estudo, idealizado e produzido pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada, é o mais completo do gênero no País e avalia anualmente, desde 2011, a performance dos 26 Estados e do Distrito Federal em dez pilares – capital humano, educação, eficiência da máquina pública, infraestrutura, inovação, potencial de mercado, segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social. Os pilares são compostos por 66 indicadores apurados por instituições de referência, como o IBGE, o Ipea (Instituto de Planejamento de Economia Aplicada, ligado ao Ministério do Planejamento) e a Secretaria do Tesouro Nacional.

Na 19ª posição em 2017, o Acre saiu da nota 32 no ano passado para 38,5 no levantamento divulgado nesta quarta-feira, 20. O Ranking de Competitividade varia de 0 a 100, onde 0 representa apenas a pior nota e 100 apenas a melhor nota. Logo abaixo, você pode visualizar a classificação do estado nos 10 pilares que compõem o Ranking.

Em meio à mais longa e profunda recessão da história recente do País, que só agora dá sinais de ter ficado para trás, realizar uma gestão pública de qualidade tornou-se ainda mais difícil do que de costume. Com a retração da atividade econômica, a arrecadação diminui e os gastos, muitas vezes, até aumentam, puxados pelos custos crescentes da máquina administrativa e o pagamento de benefícios polpudos aos servidores aposentados. Sobra pouco, muito pouco, quando sobra, para realizar os investimentos necessários ao desenvolvimento e à promoção do bem-estar da população.

Nesse cenário desafiador, poucos Estados conseguiram manter as contas sob controle e ainda promover melhorias no atendimento aos cidadãos, na infraestrutura e no ambiente de negócios. Segundo a edição de 2017 do Ranking de Competitividade dos Estados, apenas nove unidades da Federação.

 

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