960x100 basa novo

“Queremos trabalhar legalizados”, afirma fretista em protesto no centro de Rio Branco

Eliane Sinhasique juntamente com os deputados Jesus Sérgio (à esquerda) e Nelson Sales (à direita) conversam com freteiros Eliane Sinhasique juntamente com os deputados Jesus Sérgio (à esquerda) e Nelson Sales (à direita) conversam com freteiros

Fretistas intermunicipais realizaram, na manhã de terça-feira, 6, na Rua Arlindo Porto Leal, em frente a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), uma manifestação pedindo que os deputados intercedam por eles para que a Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac) libere o serviço misto (carga e passageiro) para categoria.

De acordo com Marcos José, estava prevista uma conversa com o diretor-presidente da Ageac, Vanderlei Freitas, para o início de maio, mas que foi desmarcada e até hoje não houve nenhum tipo de negociação.

Segundo os manifestantes, muitos já trabalham na área há mais de 15 anos. “Isso é uma forma de sustentarmos a família e da gente sobreviver. E como alguns já sabem a BR 364 não tem condições de rodar carro pequeno, em Tarauacá quase todos os taxistas estão com seu veículo quebrado. E esses que estão rodando ainda nos denunciam, mas são os próprios passageiros que nos procuram por sentirem mais segurança, para se deslocar de um município para outro, em uma caminhonete”, disse José.

Os deputados Jesus Sergio (PDT), Eliane Sinhasique (PMDB) e Nelson Sales (PV) fizeram o convite para que os trabalhadores fossem recebidos na Aleac e conversassem com o presidente da Comissão de Serviço Público e Transporte, deputado Eber Machado (PSDC), para uma possível modificação na lei sobre a legalização do serviço misto.

“Vamos fazer uma conversa para solucionar esse problema de credenciamento de caminhões freteiros para que eles possam fazer transporte de cargas e passageiros, pois a BR não tem condições de trafegabilidade para carros de passeios”, afirmou a deputada Eliane Sinhasique.

“Nenhuma categoria como taxistas, mototaxistas, motofretistas existiam antes, reivindicaram e agora existem. E as pessoas precisam da gente, por que não podem usar? Não estamos aqui pedindo isenção de impostos, queremos trabalhar legalizados, é isso que queremos”, finalizou o freteiro Marcos.

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

voltar ao topo