960x100 basa novo

Manifestantes fecham BR-364 devido às condições da estrada

Manifestantes fecham BR-364 devido às condições da estrada

As péssimas condições de trafegabilidade da BR-364 fez com que moradores do município de Manuel Urbano interditassem a rodovia na manhã de sexta-feira, 2. O bloqueio aconteceu por volta das 7h00, na rotatória de entrada do município e foi organizado por um grupo formado por taxista, mototaxista e populares, causando grande congestionamento de veículos de passeio e de carga.

Os manifestantes solicitavam a presença de um responsável do DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes para se comprometer com ações de melhorias da rodovia.

“Estamos aqui de forma pacífica, reivindicando uma causa justa e queremos soluções concretas por parte do DNIT”, disse Bruno Mendes, presidente do sindicato dos taxistas do município de Manuel Urbano.

Policiais militares acompanhavam de longe a manifestação, e tiveram que intervir em um principio de confusão. Houve protesto ainda na região do município de Cruzeiro do Sul e também na região da ponte do Rio Liberdade.

A rodovia ficou interditada por quase toda a manhã de sexta-feira, 2, e só foi liberada depois que representantes do Dnit estiveram no local e se comprometeram em um curto espaço de tempo apresentar uma planilha de ações que serão desenvolvidas ao longo da BR-364.

No início da manhã de ontem, sexta-feira, logo após a notícia de bloqueio da rodovia, o superintendente do Dnit, Thiago Caetano usou as redes sociais para comentar sobre os manifestos, que ele classificou como: “um movimento político”.

“Ninguém nos procurou para ter maiores esclarecimentos sobre o cronograma das obras, deixando entender que esse movimento é político” disse Caetano.

O engenheiro disse que buscou a Federação das Associações de Moradores do Acre pedindo a abertura de diálogo, mas as bases nos municípios resistiram à tentativa.

“O órgão é técnico, não vamos nos curvar diante de pressão política, nem de sindicatos ou de quem quer que seja, as obras não iniciaram em maio porque foi um mês atípico de chuvas além do programado, seria jogar dinheiro fora” explicou o superintendente, afirmando ainda que o trecho entre Feijó e Tarauacá será o primeiro a ser iniciado e dentro de três meses o trecho estará com trafegabilidade garantida.

Uma nova manifestação está prevista para esse sábado, 3, realizada por sindicatos, associações e população do município de Tarauacá.

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

voltar ao topo