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‘Acre em Números’ comprova fase positiva de transformações

‘Acre em Números’ comprova fase positiva de transformações

Lançada periodicamente, a publicação Acre em Números é organizada pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento (Seplan), e reúne um número expressivo de informações sobre o estado, oferecendo uma leitura atualizada das transformações que vêm se verificando na última década.

Foi durante a gestão de Tião Viana, a partir de 2011, que o Estado passou a adotar um modelo que se apoia em ciência e tecnologia, com uma parceria entre governo, iniciativa privada e comunidade, sem desmatar e aproveitando as áreas já abertas nas cadeias produtivas sustentáveis.

Agora, é a primeira vez que o Acre em Números pode ser acessado pela internet, num site próprio, no qual, além do download completo, o cidadão poderá ter um acesso mais fácil aos indicadores do estado, além da possibilidade de entrar em contato diretamente com a equipe da Seplan.

“Nossa nova publicação aumentou de tamanho. O Acre cresceu e com ele cresceram os nossos indicadores e a forma como precisamos mostrar isso, apresentando, principalmente, os resultados das políticas de Tião Viana com resultados grandes e inovadores”, conta o secretário de Planejamento, Márcio Veríssimo.

O crescimento da economia

No campo econômico, as políticas públicas implantadas pelo atual projeto de governo desde 1999 mostram seu impacto. Se em 2002, o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre era de R$ 2,9 bilhões, em 2014 o número saltou para R$ 13,4 bilhões.

O desempenho do Acre foi tão significativo que o estado obteve a melhor taxa de crescimento entre as unidades da Federação em 2014. Por setor, o que mais representa esse valor é o de serviços, com R$ 9,6 bilhões. O industrial segue em segundo lugar, com R$ 1,4 bilhão, e o agropecuário em seguida, com R$ 1,3 bilhão.

O reflexo de uma economia que só cresce também se dá no número de empregos, a ponto de o Acre ser um dos poucos estados do país que obteve saldo positivo no número de empregados entre 2014 e 2015, saltando de 133.161 postos de trabalho ocupados para 136.011 durante um período de recessão econômica.

O número se reflete diretamente no crescimento da quantidade de empresas no estado, que saiu de 1.088 em 2011 para 1.262 em 2014. Até mesmo no campo das exportações o estado ganhou maior destaque. Em 2015, o volume de negócios ultrapassou 15 milhões de dólares. Os principais destinos das exportações foram Estados Unidos, Bolívia e Peru.

Os produtos derivados da castanha-do-brasil e de madeira representaram, em média, mais de 76% de todas as exportações do estado no período 2013 a 2015.

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