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Educação investe mais de R$ 40 milhões na construção e reforma de escolas no Acre

Educação investe mais de R$ 40 milhões  na construção e reforma de escolas no Acre

Bons ventos por uma educação de qualidade dão o norte aos secretários e coordenadores da Secretaria de Estado de Educação e Esporte do Acre, (SEE), em 2017, nas mais diversas áreas. Mas além das escolas de ensino integral, que já são uma das marcas da atual gestão, a preocupação é também com a construção de novas escolas e com a revitalização e a adequação das já existentes, tanto em Rio Branco quanto no interior do estado.

As execuções das obras são uma responsabilidade do Gabinete do secretário-adjunto de Educação, José Alberto Nunes, o Xaxá, que conta com um aporte de R$ 44 milhões, entre o que já foi entregue e o que ainda está sendo feito.

A reportagem percorreu vários municípios, incluindo os do Vale do Juruá, do Vale do Iaco e do Alto Acre, para verificar in loco como essas construções estão em andamento e quais já foram concluídas.

Em Rio Branco, um exemplo de compromisso com a comunidade escolar foi a reconstrução da escola Carlos Vasconcelos, no bairro Quinze, que no dia 20 de outubro de 2016, foi incendiada por vândalos. Ali, recursos de mais de R$ 216 mil possibilitaram manutenções emergenciais no forro, nas grades, no sistema hidráulico e na pintura.

E o resultado não poderia ser melhor: salas mais amplas e funcionais para as centenas de estudantes, que ao longo das obras foram acomodados na escola Lourival Pinho e não perderam o ano letivo.

O Centro de Educação de Jovens e Adultos, o Ceja, na avenida Epaminondas Jácome, em Rio Branco, também é outro que passa por reformas. Por ser estratégico, já que está no centro da cidade e recebe estudantes de todos os bairros da capital, o Ceja tornou-se uma prioridade para a SEE.

Segundo explica Xaxá, esta atenção especial para a infraestrutura escolar é uma forma de valorizar os profissionais: professores e técnico-administrativos, e também os estudantes.

“Nosso objetivo maior é permitir que o ambiente escolar seja o mais agradável possível. Uma escola com paredes limpas, com salas ventiladas adequadamente e uma pátio funcional garante uma maior produtividade de todas as partes e essa é a nossa maior satisfação”, ressalta o secretário-adjunto.

No interior, nunca houve um volume de recursos para esse fim tão significativo em outras épocas. Em Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Acre (distante 640 quilômetros de Rio Branco) uma escola de ensino fundamental com padrão de 12 salas está em construção, com prazo de execução de oito meses e prevista para ser entregue em agosto.

Orçada em mais de R$ 3,3 milhões, a instituição ainda não tem nome, mas poderá acomodar centenas de estudantes de outros estabelecimentos que precisam ser reformados ou que serão ‘aposentados’.

No Vale do Juruá, há pelo menos quatro escolas já reformadas. Um exemplo é a Berlamino de Mendonça, em Mâncio Lima, o município mais ocidental do estado. Ali, a cobertura e o revestimento foram todos trocados, assim como a instalações elétricas e adequação do muro.

Uma série de visitas a cidades como Brasileia, Manuel Urbano e Porto Acre está sendo feita pela equipe da SEE, segundo a assessoria técnica do Gabinete-Adjunto de Educação, para que todas sejam contempladas com as reformas.

“Não vamos deixar ninguém de fora. Onde for preciso uma melhoria, estaremos lá”, pontua Xaxá.

Em Tarauacá, Feijó e Jordão, os investimentos chegam a R$ 843 mil. No Juruá, as reformas estão orçadas em R$ 472 mil e no Vale do Alto Acre, esse montante é de R$ 337 mil. O dinheiro vem do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Outros R$ 10,4 milhões estão sendo investidos pelo Proser

Os recursos do Programa de Saneamento Ambiental e Inclusão Socioeconômica do Acre, o Proser, também possibilitaram um salto na revitalização das escolas em todas as seis regionais do estado.

De acordo com a coordenação do sistema, entre 2016 até 2018, serão investidos pelo menos R$ 10.421.319,71 para a reforma e construção de ao menos 112 escolas. O maior aporte vai para as escolas do Baixo Acre, que compreende a região de Capixaba, Rio Branco e Porto Acre, com pouco mais de R$ 6,1 milhões destinados.

De 2010 a 2013, a SEE também conseguiu fazer adequações gerais na parte física de 655 escolas estaduais e até municipais, na zona rural.

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