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Em quatro anos, Acre gastou R$ 29 milhões com afastamentos por acidentes de trabalho

Em quatro anos, Acre gastou R$ 29 milhões com afastamentos por acidentes de trabalho

O Acre registrou quase 3.000 afastamentos por acidentes de trabalho entre 2012 e 2016, de acordo com o Observatório Digital de Saúde e Segurança no Trabalho, ferramenta desenvolvida pelo Ministério Público do Trabalho para acompanhar e buscar meios de evitar os acidentes de trabalho no Brasil.

O Acre, que apresentou sete mortes por acidente de trabalho, gastou mais de R$29 milhões com o pagamento de auxílio doença no período. O município de Rio Branco, campeão estadual em casos, registrou 1.977 afastamentos por acidente de trabalho superiores a 15 dias e com pagamento de auxílio doença entre 2012 e 2018. No período, os afastamentos foram decorrentes de 885 fraturas, 392 problemas osteomolecular e tecido conjuntivo foram as ocorrências mais comuns. Na capital, as atividades hospitalares ganham do trabalho na construção civil no número de casos de fratura: 243 na primeira e 161 na segunda durante o período avaliado.

Do total de afastamentos, 247 foram de mulheres trabalhadoras em todo o Estado no período. De 2012 até hoje são estimados R$1 gastos a cada sete minutos com essas questões.

Os afastamentos mais frequentes envolveram, como atividades econômicas, a construção civil, com 171 ocorrências e o comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios, com 103 casos. O impacto previdenciário dos afastamentos no município foi de R$ 20.033.182,09, com a perda de 443.427 dias de trabalho.

O Observatório Digital de Saúde e Segurança no Trabalho mantém o Smartlab de Trabalho Decente, um laboratório multidisciplinar de gestão do conhecimento instituído por meio de um acordo de cooperação técnica internacional entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) com foco na promoção do trabalho decente no Brasil. O Smartlab produziu os números para o ODSST.

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