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SESI realiza Seminário de SST visando à gestão de riscos

SESI realiza Seminário de SST visando à gestão de riscos

“O trabalhador precisa ser encarado como uma chave importantíssima para o sucesso de um empreendimento, que deve ser cuidado, deve ser treinado e ensinado, a fim de que ele corresponda ao que se pede dele e não se envolva com doenças e acidentes”. Assim defende o professor e consultor de estratégias de comunicação e marketing, autor de vários livros sobre carreira e negócios, Mário Persona, em sua palestra no Seminário SESI de Segurança e Saúde do Trabalho (SST), realizado na tarde de terça-feira, 25 de abril, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC).

Com objetivo de discutir as formas mais adequadas de gestão dos riscos profissionais e, ao mesmo tempo, auxiliar as micro, pequenas, médias e grandes empresas no atendimento à legislação, no aumento da produtividade com a melhoria da gestão e na redução dos custos com afastamentos em decorrência de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, o SESI/AC realizou o evento em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, com apoio da FIEAC e Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para o empresário Jorge Tomás, diretor da FIEAC, a iniciativa abrange os pilares da necessidade de desenvolvimento de uma nação.

“Não existe desenvolvimento sem trabalhadores bem qualificados e protegidos, que não possam ter produtividade. O país precisa disso. Temos uma produtividade muito baixa e trabalhador bem instruído e com saúde produz mais e melhor”, acredita.

O segundo palestrante, Gustavo Nicolai, que é médico do trabalho e consultor da CNI - além de executivo com ênfase em gestão de equipes de saúde e segurança, gestão de custos com saúde, segurança e sustentabilidade empresarial - abordou o tema “SST – Custo ou investimento?”. Segundo ele, apesar de ser muito difícil ser um empresário do ramo industrial no país e enfrentar cada vez mais desafios como o advento do e-Social, previsto para o ano de 2018, é preciso se apaixonar pelo tema. “Já sabemos que, financeiramente, é mais barato prevenir do que remediar”, ensinou.

Pesquisa

De acordo com levantamento realizado entre outubro de 2015 e fevereiro de 2016, 71,6% das indústrias afirmaram dar alta atenção à saúde e segurança dos trabalhadores. Além disso, na visão de 76,4% dos entrevistados, o grau de atenção da indústria brasileira ao tema deve aumentar nos próximos cinco anos. A pesquisa mostra ainda que a alta importância dada ao tema está relacionada, sobretudo, à preocupação com o bem-estar do trabalhador, à maior conscientização das empresas e à prevenção de acidentes de trabalho.

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