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Detecção da aids cresceu 66% no Acre, diz boletim do Ministério da Saúde

Detecção da aids cresceu 66% no Acre, diz boletim do Ministério da Saúde

A detecção dos casos de aids no Acre cresceu 66% em dez anos, diz o Boletim Epidemiológico HIV/Aids produzido pelo Ministério da Saúde. Em 2006, eram detectados 5,1% dos casos e em 2016 a taxa subiu para 8,5%, um dos maiores incrementos registrados no País no período, perdendo apenas para o Pará, Maranhão e Sergipe.

O levantamento mostra que o Estado aprimorou seu sistema de detecção e conseguiu ampliar a identificação dos casos a serem tratados. Os testes rápidos realizados nas unidades de saúde e nas campanhas itinerantes contribuíram para isso.

Além disso, o Acre apresenta a segunda menor taxa de incidência do vírus HIV entre gestantes, com pouco menos de três casos a cada mil nascidos vivos, que é o sistema de referência do Ministério da Saúde. Entre os Estados, seis apresentaram taxa de detecção de HIV em gestantes superior à taxa nacional em 2015: Rio Grande do Sul (10,1 casos/mil nascidos vivos), Santa Catarina (5,6), Amazonas (4,0), Roraima (3,9), Amapá (3,6) e Rio de Janeiro (2,9).

O Acre é também o lugar onde se menos morre por conta da aids. Morreram no período 228 pessoas com a doença. Para efeito de comparação, no Rio Grande do Sul foram mais de 29 mil óbitos. “Em 2015, entre os 27 Estados, 21 (ou 77,8%) apresentaram coeficiente de mortalidade superior ao nacional, sendo que o estado do Acre apresentou o menor coeficiente, com 1,5 óbitos a cada 100 mil habitantes”, diz o boletim do MS. O Rio Grande do Sul apresentou a maior taxa, com 10,2 óbitos/100 mil hab. Os estados do Rio de Janeiro (8,7), Amazonas (8,7) e Pará (8,6) também apresentaram elevados coeficientes de mortalidade em 2015.

O mapa mostra a evolução da detecção da aids nos Estados:

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