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Acre é o terceiro menor Estado em realização de mamografias, diz estudo Destaque

Apenas 6% das mulheres acreanas conseguem acesso ao exame Apenas 6% das mulheres acreanas conseguem acesso ao exame

O Acre ocupa o terceiro lugar entre os Estados de menor número de mulheres que tem acesso ao exame de mamografia. No Acre, apenas 6% das mulheres em condições de fazer o exame acessaram através de mamografia. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira, 13, pelo jornal Bom Dia Brasil. A mamografia, que é capaz de diagnosticar a doença logo no início, é um exame de difícil acesso na rede pública. E às vezes nem é por falta de equipamento, muitos estão quebrados.

Amapá e o Distrito Federal detém o pior cenário. Apenas 1,7% das mulheres entre 50 e 69 anos em Brasília conseguiram fazer mamografia pelo Sistema Único de Saúde em 2015. E o problema não é só mamógrafo quebrado. Em alguns hospitais, tem o aparelho, mas faltam técnicos e médicos para o exame. No Amapá, mamografia só tem para 3,7% das mulheres.

O Estado que atendeu mais foi Minas Gerais. De cada 100 mulheres, só 35 saíram com uma mamografia na mão. Ou seja, 35%, sendo que a Organização Mundial da Saúde recomenda que seja pelo menos de 70%. A média do Brasil fechou 2015 com 24,4%. E quanto menos investimento nas mamografias, mais mortes. É um fato isso.

Para Sociedade Brasileira de Mastologia, que fez o levantamento, em parceira com a Rede Goiana de Pesquisa, o Brasil não prioriza o atendimento as mamografias e está muito, mas muito atrás do mundo. O governo do Acre informou que tem mamógrafos suficientes, mas que a dificuldade maior é conscientizar as mulheres, principalmente as que moram no interior. O Ministério da Saúde disse que o número de mamografias cresceu de 2010 para 2016. Nessa faixa etária no estudo, de 50 a 69 anos, disse que passou de 854 mil para 2,2 milhões.

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