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Reforma da Previdência: Sexta-feira é de novos protestos

Última manisfestação contra a Reforma da Previdência proposta pelo o governo Temer. Trabalhadores tomaram as principais avenidas de Rio Branco dizendo “não” a proposta que tramita no Congresso Nacional que pode ser aprovada Última manisfestação contra a Reforma da Previdência proposta pelo o governo Temer. Trabalhadores tomaram as principais avenidas de Rio Branco dizendo “não” a proposta que tramita no Congresso Nacional que pode ser aprovada

O Sindicato do Fisco Estadual do Acre (Sindifisco/AC) volta às ruas na manhã desta sexta-feira, 31, em protesto contra a Reforma da Previdência.

A ação está prevista para acontecer em frente a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), a partir das 8 horas de hoje com a paralisação dos auditores fiscais.

O sindicato que já havia participado das manifestações do último dia 15 de março, torna a aderir ao movimento que será feito por várias categorias simultaneamente.

O objetivo da mobilização é de sensibilizar a população sobre os perigos da proposta que tramita no Congresso Nacional, além de pressionar os parlamentares para votarem contra a proposta.

A PEC 287 propõe que, mesmo chegando aos 65 anos, o brasileiro não pode se aposentar, caso não tenha contribuído 25 anos. Além disso, ainda existe a porcentagem por esse período de contribuição, caso seja de 25 anos, o valor a ser recebido é de apenas 76% do benefício. Para que possa receber integral será necessário um período de contribuição de 49 anos.

No atual regime, as mulheres podem se aposentar após contribuir por 30 anos, ou aos 60 anos quando não incluídas na primeira opção. Já os homens têm a idade mínima de 65 anos e 35 por tempo de contribuição.

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