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João Paulo Alves vence o primeiro Pitbull Combat

João Paulo Alves vence o primeiro Pitbull Combat

A noite do último sábado foi bastante movimentada no Ginásio do SESI, local escolhido para a realização do 1º Pitbull Combat. “Fiquei impressionada com a organização do evento. Tudo foi pensando nos mínimos detalhes - o que não deixou a desejar em nada para os eventos realizados nas grandes capitais do Brasil”, disse Wânia Ribeiro confessando que não gosta de assistir aos combates pela televisão, mas que o clima da competição tomou conta dela no último sábado.

A primeira luta da noite foi do brasiliense Davi Guimarães contra o acreano Marcos da Silva, que foi desclassificado pois tentou dar três joelhadas no seu oponente. A final - momento mais esperado da noite - foi entre os atletas João Paulo Alves e Ady Pereira.

O acreano Ady Pereira ganhou três lutas para chegar na final, enquanto que o paulista João Paulo venceu 4 combates para poder disputar o primeiro lugar. “Foi uma briga bonita, e com um chute na costela do Ady o João Paulo venceu”, conta Adgeferson Diniz - heptacampeão brasileiro e organizador do evento.

Campeão - Paulista de nascença, João Paulo Alves, 32 anos, mora na capital acreana há nove anos e há 19 anos pratica artes marciais. “Já fiz 34 lutas profissionais de MMA e venci 17 delas”, diz o atleta - que é professor de Muay Thai da academia Atitude, em Rio Branco.

Para participar do 1º Pitbull Combat, o lutador se preparou intensamente durante 40 dias e treinou 3 horas diariamente. “Foquei minha rotina para esta competição. Nenhuma luta que fiz, no sábado, foi fácil. Meu adversário também estava muito bem preparado. Fico extremamente feliz em ter conquistado o primeiro lugar”, disse João Paulo, que levou R$ 7.000 como premiação para casa.

Doação - Todo alimento arrecado durante o evento foi doado, na última segunda-feira, 10, para a Associação de Mulheres Um Passo para a Libertação, que distribui sopas às pessoas carentes, no bairro Plácido de Castro.

“O 1º Pitbull Combat veio para suprir a carência de eventos de artes marciais no nosso Estado. O torneio foi impecável e - além de consagramos os atletas - conseguimos divulgar a modalidade”, comenta Juliana Gusmão - sócia da Mais academia e parceira da competição.

Da recepção do evento às lutas, tudo foi pensado nos mínimos detalhes. Destaque para a equipe de árbitros. Ao todo, dez profissionais da Federação Acreana de Kung Fu foram responsáveis por conduzir os combates de forma bastante profissional.

Para o idealizador do evento, Adgeferson Diniz, o 1º Pitbull Combat atendeu às expectativas. “Quem conseguir participar do evento viu grandes lutas e pode entender como o boxe chinês é empolgante. Os atletas saíram satisfeitos, o público ficou feliz pelos combates e pela estrutura montada e eu realizei um sonho”, disse o entusiasmado heptacampeão brasileiro de boxe chinês.

 

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