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Muita boca gulosa para pouco pirão

Muita boca gulosa para pouco pirão

O deputado federal Major Rocha (PSDB) está apagando fogueira com gasolina, ao voltar a propor que, o senador Sérgio Petecão (PSD) tenha uma das vagas para a disputa das duas cadeiras de senador considerada nata e não precise para isso ter de submeter-se às pesquisas. Bate de frente com os candidatos Tião Bocalom (DEM) e Márcio Bittar (PSDB), que querem todos os postulantes sendo avaliados pelas pesquisas e que, os escolhidos sejam os dois mais votados. A coisa se complica ainda mais quando o PMDB se posicionou de que terá candidato a senador em qualquer circunstância. Não esperem para este ano e nem para o próximo que saia uma posição de consenso. É como diz o ditado: é muita boca gulosa para pouco pirão.

Serviço de vergonha

Com a chegada do verão espera-se que, o DNIT dê início a uma recuperação de vergonha da BR-364 e não repetir o serviço mal feito pelas empresas contratadas pelo DERACRE. E que fiscalize cada palmo contratado com rigor, exigindo qualidade no serviço a ser executado.

Chega de retórica

Chega de conversa fiada, de jogo de empurra-empurra, de serviço porco, que se gaste bem. E que o novo dirigente do DNIT, Thiago Caetano, seja menos retórica e mais ações concretas.

Movimento inédito

A paralisação dos taquígrafos ontem na Assembleia Legislativa simplesmente impediu a realização da sessão. Como os demais servidores, a categoria está exigindo uma reposição salarial, o que não ocorre há quatro anos. Foi um movimento que pegou a Aleac de surpresa.

Reivindicação justa

O presidente da Aleac, deputado Ney Amorim (PT), encarou o fato com muita naturalidade, disse ser um protesto justo e prometeu sentar com os funcionários para buscar um consenso.

Fato novo

O advogado Edinei Muniz está se submetendo a uma consulta popular através da internet sobre o que pensa a população de ser candidato na eleição do próximo ano. Não sei o que vai dizer quem responder à consulta, mas ganharia a política com o Edinei num mandato.

Notícia sem confirmação

A notícia que corria ontem era de que, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, estaria trabalhando o lançamento de candidatos a deputado estadual e federal, na eleição do próximo ano, e que o apoio ao ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) seria apenas para o Senado.

Nada de concreto

Ouvi ontem o Irlândio Cordeiro, irmão do prefeito Ilderlei Cordeiro, que não descartou uma discussão futura para a Aleac, mas ressaltou que no momento o grupo não discute candidaturas.

Uma luz no fim do túnel

Quando vejo tanta sujeira na política e uma pessoa limpa, qualificada, fala em ser candidata, me anima, como uma luz no fim do túnel. Refiro-me ao movimento de grupos discutindo o lançamento da advogada Valdete Sousa (PMN), linha de frente da oposição, como candidata a deputada federal, na eleição do próximo ano. Espera-se que este movimento tome corpo.

O que se fala

Já não seriam cordiais, politicamente, as relações entre o ex-prefeito Vagner Sales e o prefeito Ilderlei Cordeiro, no que poderia ser a briga da criatura contra o criador. Fala-se que a notícia das centenas de contratações que Ilderlei faria, foi vazada por secretário municipal aliado do ex-prefeito.

Aprendi cedo

Na política, se há algo que aprendi há muito tempo, não tomar partido em brigas políticas.

Liquida um político

Ao longo de mais de 40 anos de jornalismo tenho notado quedas de muitos políticos por causa da conduta de muitas promessas. Quando um político ganha a fama de não cumprir o que promete é o início do fim. Nunca se deve acertar o que não se pode cumprir na data certa.

Adeus, babau, bacurau

Quando o político cai no anedotário popular de “Zé Promessa” é adeus, babau, bacurau.

Mandato na pendura

Com o MP mantendo a sua posição pela manutenção da condenação na íntegra é bem improvável que, o recurso Embargos de Declaração, interposto pelo vereador Juruna (PSL), condenado á reclusão em segunda instância, venha ser acatado no julgamento de hoje no TJ.

Situação complicada

A situação jurídica do vereador Juruna (PSL) é muito complicada e pode interferir no mandato. Caso a sua condenação seja mantida a mesa diretora da Câmara Municipal de Rio Branco ficará numa saia justa se o manterá ou não no mandato. Deveria aguardar todos os recursos.

Sob o ângulo jurídico

O pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, para que o governador Tião Viana seja investigado pelo STJ e o senador Jorge Viana (PT) pelo Supremo Tribunal Federal deve ser visto como o início de um processo de investigação, que pode ser aceito pelos dois órgãos do Judiciário e prosperar ou não. Não é um ato partidário, porque pega políticos de todos os partidos. Nem é gracioso. Mas é apenas um “pedido”, e assim deve ser encarado. Não se pode fazer ainda nenhum juízo de valor. Se o STJ e o STF acatarem os respectivos pedidos ainda haverá todas as etapas da defesa. Até lá valerá para ambos a presunção de inocência.

Não entro na onda

Eu não entro no debate de que, se trata de uma onda de denuncismo e nem de que é perseguição política. É a justiça que vai dizer se o governador Tião Viana e o senador Jorge Viana (PT) são ou não inocentes. Não se conhece ainda as supostas provas em que se basearam os dois pedidos da PGR contra Tião Viana e Jorge Viana. Não adianta ficar se fazendo ilações sobre as bases do pedido das quais não se conhece o teor. A justiça existe exatamente para tirar dúvidas jurídicas. E antes dela se pronunciar é imprudente se falar em absolvições e condenações. E não seremos nós que daremos a decisão sobre os dois casos. É lógico que o fato divulgado nacionalmente vai esquentar o clima político regional, o que é perfeitamente normal.

Todo mundo quer peitar

O governador Tião Viana peitou e agora foi a vez do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, peitar uma decisão do TCE, no tocante a proibição de contratações por ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Estão encarando o TCE, como mera peça decorativa e não é bem isso.

Depois que ver

O ex-deputado Helder Paiva conversa com o PDT para disputar um novo mandato de deputado estadual. Como anuncia sua candidatura e tem sempre desistido nas últimas eleições é melhor esperar o preto no branco. Helder é hoje filiado ao PSB.

O que pensam os petistas e a realidade

O que falavam ontem as principais figuras políticas da FPA, numa roda, sobre a disputa do governo, em 2018: “o senador Gladson Cameli (PP) será o nosso adversário mais forte dos últimos tempos do ponto de vista eleitoral, mas o mais fraco na questão do conteúdo e falta-lhe um perfil de gestor. Seja Marcus Alexandre, Nazaré, Zen ou Emylson se sairiam melhor do que ele num debate e também na campanha eleitoral, em relação às propostas de trabalho e plano de governo e por terem mais experiência em gestão pública”. Vou ser muito pragmático, sem olhar cor partidária: o único nome do momento da FPA, entre os discutidos no PT, capaz de fazer frente numa disputa com o senador Gladson Cameli (PP) seria o prefeito Marcus Alexandre. Eu aprendi a não teorizar sobre eleição, mas discutir em cima de fatos reais.

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