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Só um ponto fora da curva muda a chapa

Só um ponto fora da curva muda a chapa

Em meio a tantas especulações acerca de como será composta a chapa majoritária da FPA, a não ser que aconteça um ponto fora da curva, a formação deverá ser mesmo Marcus Alexandre (PT) para governador e Emylson Farias (PDT) como vice. As investidas do PCdoB, com Moisés Diniz (PCdoB) e do PSB, com César Messias, são improváveis que venham a ter sucesso. E por uma questão básica: o Emylson é o candidato escolhido pelo governador Tião Viana, que como será o comandante da campanha eleitoral, por ser a sucessão estadual, tem todo o direito em fazer a escolha. A única possibilidade de Emylson Farias não ser o vice é o governador desistir desta idéia e, ao que tudo está a indicar, não há sinais que possa ocorrer.

Nanicos decididos

Ex- deputado federal Henrique Afonso, vereador Manuel Marcos, deputados Eber Machado e Jesus Sérgio, Cristovam Pontes,  Silvia, são alguns dos nomes certos na chapinha que envolve os partidos nanicos para a disputa de vagas na Câmara Federal. É melhor arriscar do que ir para o chapão do PT, com a certeza de que serão engolidos.

Garantia que não fecha

O senador Gladson Cameli (PP) anunciou ontem a liberação de mais de 30 milhões de reais para o DNIT, como garantia que o tráfego na BR-364 será mantido durante todo o inverno.

Virou brincadeira

Pela segunda vez em poucos dias, bandidos entram no DETRAN, rendem o vigilante, tomam sua arma e o colete a prova de balas. Virou brincadeira, nem os órgãos públicos escapam da ação dos marginais. O DETRAN virou uma espécie de depósito de armas para a bandidagem.

Espinha dorsal

Este apagão da internet quebrou a espinha dorsal do encontro de governadores que acontece na Capital. O Acre ficou ontem praticamente isolado do restante do País na comunicação. E o fato só pode ser debitado às operadoras do sistema de telecomunicações e a ninguém mais.

Equação simples

Para o experiente ex-deputado federal Osmir Lima, se os partidos nanicos insistirem na formação de um chapão, a oposição corre o risco de conquistar menos mandatos de Federal.

Os mórbidos

Quando Letícia, a mulher do Lula, morreu houve quem comemorasse de forma mórbida e doentia o acontecimento. O mesmo se repete agora com a doença do presidente Temer. É o nível mais degradante que se pode chegar por causa de um simples partido ou ideologia.

Cena antipática

Repudiada por quem passava pela Gameleira do Mercado Novo, a ação de dois bravos fiscais da prefeitura mandando um evangélico que fazia a pregação da Bíblia, desligar a caixa acústica. Qual o mal para a municipalidade que este cidadão estava causando ao pregar?

Marcando colado

O vereador Gilson da Funerária (PP-Senador Guiomard) continua a marcar colado o prefeito André Maia, mesmo ambos sendo da oposição. Fez uma postagem no cemitério da cidade denunciando que, há dois meses os coveiros não recebem os seus salários da prefeitura.  

 Beco sem saída

Os coveiros estão num beco sem saída: os vivos não pagam e não podem cobrar dos mortos.

Milagre do Temer

Algo de bom redundou o anúncio da vinda do presidente Temer ao Acre. O acesso ao aeroporto, que estava cheio de crateras e os postes sem iluminação, num passe de mágica tomaram providências. A avenida ficou sem um buraco e completamente iluminada.

Chances zero

Da deputada federal Jéssica Sales (PMDB) ser a vice do Marcus Alexandre (PT). Da prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem (PT) ser convidada para vice do Marcus. E o PMDB fazer uma coligação com o PT. Boatos que circularam nas redes sociais, com chance zero de ocorrer.

Morreriam abraçados

Até porque uma coligação, no Acre, entre PMDB e PT, seria o casamento de sucuri com jacaré, morreriam entrelaçados perante a opinião pública. Só sobrevivem por que são adversários.

Porta na cara

Liguei ontem para um cardeal do PT sobre a possibilidade do boato de aliança com o PMDB. E a resposta foi curta: “porta fechada”.

Não cabe discussão

Numa conversa ontem com uma pessoa da cúpula petista, esta me confirmava o que para a coluna já é óbvio: martelo batido para o vice do Marcus Alexandre, ser o secretário de Segurança, Emylson Farias (PDT). Quem quiser suscitar um debate na FPA vai perder tempo.

Última bóia

Para o PCdoB, sinta-se satisfeito se conseguir emplacar o Moisés Diniz (PCdoB) de suplente numa das chapas do Senado. O PT sacaria a Nazaré Araújo ou a Márcia Regina? É a pergunta.

Pelo menos no visual

Pelo menos no visual, Porto Acre ficou mais agradável na gestão do prefeito Bené Damasceno.

Terminará num chapão

Acabará prevalecendo a pressão do PMDB e os candidatos a deputado federal da oposição acabarão num chapão único. Já vejo alguns dirigentes querendo desistir da chapa própria.

Protocolo de intenções

Sem a presença do Temer para avalizar a vinda de recursos para a Segurança, tudo o que for assinado neste sentido vai virar um mero Protocolo de Intenções, sem garantia de liberação.

Ficará numa prensa

Numa chapa que terá César Messias, Léo de Brito, Raimundo Angelim, Sibá Machado e Perpétua Almeida e Lourival Marques, é difícil um prognóstico de quem embarcará na balsa para Manacapuru.

Catar votos fora

Até ontem dez nomes estavam relacionados como possíveis candidatos a deputado estadual em Sena Madureira. O que significa numa conta simples, que se alguém deste grupo quiser se eleger tem de buscar votos fora. Tem ainda os que não são de lá, mas têm votos no município.

DNA diferente

O presidente do PMDB, deputado federal Flaviano Melo, desmentiu com uma frase o boato de que o PMDB poderia se coligar com o PT: “o DNA do PMDB é diferente do PT”.

Há controvérsias

No tocante ao Acre, o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) tem razão, PMDB e PT não se misturam, mas no plano nacional o PMDB sempre mamou no governo Lula e indicou o Temer vice da Dilma. São os responsáveis diretos pelo que está acontecendo de mal no País.

Dado como certa

Fontes ligadas ao prefeito André Maia não descartam seu apoio ao candidato Marcus Alexandre (PT). Não confirmou ainda, mas já disse que não tem candidato a governador, o que é uma pista. A lógica seria dizer que apoiará o Gladson Cameli (PP), que é da oposição.

Não chamem para o tacacá

Favor não chamar o deputado federal Major Rocha (PSDB) e o Coronel PM Ulisses para tomar tacacá na mesma banca, alguém pode sair queimado. De antigos aliados passaram a ser rivais na política. A candidatura ao governo de Ulisses acabou com a chance de marcharem juntos.

Entre o céu e o inferno

O ex-prefeito James Gomes, estará entre o céu e o inferno na próxima eleição para o governo: se o senador Gladson Cameli (PP) se eleger, sua vaga será preenchida pela suplente Mailza Gomes, sua mulher. Se perder, ficará só com o gostinho de ser marido de uma senadora.

Outra cara melhor

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, começa a dar outra cara à cidade, com o asfaltamento de ruas e a melhoria da imagem urbanística. Não se pode exigir que em pouco tempo na gestão possa operar o milagre de recuperar toda a cidade, que pegou arrasada.

Valeu a intenção

Este encontro que está acontecendo em Rio Branco perdeu muito do seu brilho pela ausência do presidente Temer. Não porque representasse algo politicamente falando, mas por ser quem está com a chave do cofre e poderia deixar amarrado algum recurso para a Segurança. Espera-se que o que for deliberado nos debates com os governadores, consiga unir a bancada federal na busca da viabilização dos pleitos levantados. Pelo menos valeu a boa intenção do governador Tião Viana em buscar um a saída para o problema da volatilidade das nossas fronteiras.

               

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