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PCdoB vai entrar na discussão do vice

PCdoB vai entrar na discussão do vice

O dirigente comunista Edvaldo Magalhães (PCdoB) quer a discussão para a escolha do vice e dos suplentes para o Senado ampliada, para que a decisão seja plural e não venha beneficiar apenas alguns partidos da FPA. Magalhães (foto) quer colocar também no seio do debate os nomes para as primeiras suplências das duas vagas de senador. Isso coloca em xeque-mate o senador Jorge Viana (PT), que já tinha convidado a vice-governadora Nazaré Araújo para a sua primeira suplente e o governador Tião Viana, que definiu a sua Chefe de Gabinete, Márcia Regina (PSB), de vice na chapa do candidato ao Senado, deputado Ney Amorim (PT). Para a indicação do vice três nomes estão na mesa: o do secretário de Segurança, Emylson Farias (PDT), Moisés Diniz (PCdoB) e César Messias (PSB). Por causa dos protestos, no próximo dia 1º, será anunciado, oficialmente, apenas o prefeito Marcus Alexandre (PT) como candidato a governador, por seu nome não sofrer qualquer tipo de contestação entre os partidos que integram a FPA. Para Edvaldo Magalhães, o PCdoB, pela sua trajetória na FPA, não pode ficar de fora da chapa majoritária. O mesmo pensam o PDT e o PSB. Voltou tudo à estaca zero.

Situação definida

O PMDB está pressionando o senador Gladson Cameli (PP) para que na disputa das oito vagas na Câmara Federal seja feita uma chapa única entre todos os partidos da oposição. O “Chapão” seria para salvar as candidaturas de Flaviano Melo (PMDB) e Jéssica Sales (PMDB).

Chapa encaminhada

O senador Sérgio Petecão (PSD) defende outra linha de pensamento, trabalha por uma aliança entre o PSD, PSDB e PR para deputado federal. Todos são contrários a uma coligação com o PMDB.

Beirute certo para assumir o PROS

“Trata-se de uma questão de honra”. Desta forma reagiu ontem o senador Sérgio Petecão (PSD) sobre o médico Carlos Beirute vir a assumir a presidência regional do PRO. Garantiu que com o retorno amanhã ao Brasil dos dirigentes nacionais do PROS, será marcada a posse.

Candidato a federal

Como parte do acordo, o médico Carlos Beirute deverá ser candidato a deputado federal.

Reação forte

Liguei ontem para quatro dirigentes de partidos nanicos e chega a ser impressionante a rejeição à indicação do deputado federal Moisés Diniz (PCdoB) para vice de Marcus Alexandre (PT). O Impressionante e que não é uma rejeição ao nome do Moisés, mas sim ao partido.

Temor eleitoral

Não se conhece nada que desabone a conduta do secretário Gemil Junior.

Pior ainda

O PCdoB, que encolheu muito, se sairá deste processo sem conseguir indicar pelo menos o primeiro suplente de uma das chapas do Senado, vai ficar menor ainda. Isso é péssimo para quem já foi o segundo partido de maior importância dentro da aliança da FPA.

É do ramo

O Temer não caiu porque é do ramo e sabe o caminho das pedras na política. Assim como não caiu o Lula no auge do Petrolão. A Dilma, turrona, que nada tinha de política, caiu porque achava que poderia enfrentar os deputados. Entrou no mesmo erro do ex-presidente Collor.

Optou pelo confronto

Começa a se notar alguns deputados da base do governo adotando uma clara postura de oposição ao governador Tião Viana. Uma dos mais ardorosos críticos é o deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS). Quase todos os seus últimos discursos são críticos.

Euraci Bonner

Que boa notícia! Chega a informação que a médica Euraci Bonner está propensa a ser candidata a deputada federal pelo PP. Euraci é uma mulher de fibra, qualificada, passado limpo, querida, e num tempo de tantas tranqueiras na política é um fato a ser comemorado.

Candidata competitiva

Pela sua larga experiência administrativa e grande número de amigos ela será competitiva.

Perdeu o sentido

O cancelamento da visita do presidente Temer ao encontro que acontecerá no Acre não foi nada bom, por ser quem poderia ter condições de liberar recursos para o setor de Segurança.

Arrastão nos bairros

O senador Gladson Cameli (PP) deverá a passar a cumprir uma agenda nos bairros. Quer percorrer todos os bairros de Rio Branco, numa Nov a estratégia de ficar mais perto do povo.

Fura olho

Setores do PT andaram querendo furar o olho da deputada Leila Galvão (PT), ao tentarem convencer um irmão da prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, ser candidato à Aleac. Fernanda acabou a festa ao dizer que tinha compromisso com a reeleição da Leila.

Sem mel e sem cabaça

O deputado federal Moisés Diniz (PCdoB), que devolve o mandato ao titular Sibá Machado (PT), em abril, precisa pensar no seu futuro. Sua candidatura à vice do Marcus Alexandre, pelo que escuto, não vai prosperar. E para Federal, o PCdoB tem com prioridade Perpétua Almeida.

Olho no TCE

Mais do que na primeira suplência já confirmada na chapa do candidato ao Senado, Ney Amorim, a Chefe do Gabinete do governador Tião Viana, Márcia Regina, estaria mesmo de olho é em uma vaga de Conselheira no TCE. É o assunto que rolava ontem entre deputados.

A ser levado a sério

O alerta de ontem da deputada Eliane Sinhasique (PMDB) não deve cair na conta do politiqueiro, por embutir uma gravidade que pode ceifar vidas. Estão faltando remédios para os transplantados, que não podem deixar de ser usados. Sabe-se que depende do governo federal. É a hora da bancada federal de fazer a cobrança ao presidente Temer na sua visita.

A política como ela é

Com o impeachment da Dilma, seu sucessor Temer virou o satã do PT. Tratado sempre por “golpista” e adjetivos mais pesados. Pois bem, a roda da política girou. Rio Branco se tornou uma cidade violenta e agora precisa incensar o Temer na busca de recursos para a Segurança.

Não deixa de ser vantagem

Os seis deputados Nicolau Junior, Eliane Sinhasique, Wendy Lima, Luiz Gonzaga e Gehlen Diniz e Jairo Carvalho entram na vantagem de estarem num mandato e sua estrutura. O mesmo caso é o do vereador Roberto Duarte. Mas isso é em tese. As coligações serão fatores de decisão.

Reserva surpresas

O mandato ajuda, mas não é passaporte para a vitória. Muitas vezes, por estarem numa coligação de nanicos, nomes surpresas acabam ganhando a eleição dos chamados medalhões.

 

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