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Uma decisão de componentes complexos

Uma decisão de componentes complexos

O prefeito Marcus Alexandre (foto) vai empurrar com a barriga até meado do próximo ano as pressões, as manifestações dentro do PT e da FPA, para que saia candidato ao governo em 2018. Não é tão simples decidir como foi para tentar a reeleição, porque as pesquisas o mostravam bem à frente dos adversários.

E disputaria a reeleição no mandato, o que já o deixava em vantagem. O Marcus terá que observar dois pontos fundamentais: como estará o candidato da oposição ao governo, que tende a ser o senador Gladson Cameli (PP), no nicho eleitoral da capital e Vale do Acre; porque no Juruá, Cameli é favorito. Se o Gladson aparecer perdendo por pouco em Rio Branco é temerário entrar na disputa. O outro ponto é que, se perder ficará quatro anos fora do poder. Por isso não esperem que, antes de ter várias rodadas de pesquisas para fazer uma análise baseada em dados, o Marcus não se manifestará sobre uma candidatura a governador. E tem tempo, até meado do próximo ano para tomar esta decisão.

Ninguém vá se admirar

Se mais à frente for anunciado que o ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) está levando o seu partido para somar na coligação PSD-PSDB, não é para ninguém se admirar. Bocalon já se fez presente na reunião de sábado do PSD-PSDB, com seus filiados dos municípios do Alto Acre.

Não vai a lugar algum

Tião Bocalon (DEM) não é nenhum ingênuo em política para imaginar que, não precisa de aliados na eleição de 2018, principalmente, para quem aspira uma candidatura majoritária.

Dois abismos de separação

Esta briga de muitos capítulos entre o deputado federal Major Rocha (PSDB) e o ex-deputado federal Major Rocha (PSDB) é, fundamentalmente, pelo domínio do partido. Ambos sabem que ter o controle partidário do PSDB é condição essencial para ser candidato a senador em 2018.

Não tem fórmula mágica

E não tem uma fórmula mágica para solucionar o impasse no PSDB: ou o Márcio Bittar (PSDB) ou deputado federal Major Rocha (PSDB) terão que pular fora, porque apenas um poderá ser candidato ao Senado pelo partido. A saída pode estar nas pesquisas, pelo consenso, jamais!

Ponto marcado

O prefeito de Senador Guiomard, André Maia, marca um ponto com a população ao reavivar o tradicional carnaval popular do município, numa parceria com a iniciativa privada, sem onerar os cofres públicos.
Na gestão pública, quando não se tem recursos se parte para a criatividade.

Espaço fica aberto

Sobre os cultos evangélicos realizados numa sala da Assembléia Legislativa, que acabou no MP, vejo assim: quem quiser freqüentar é de livre arbítrio.
Se amanhã, os espíritas, católicos e os umbandistas, pedirem o espaço para manifestação religiosa, a mesa diretoria terá de ceder.

Certo ao se encolher

O deputado Ney Amorim (PT) usa de uma estratégia correta ao não se manifestar sobre uma candidatura ao Senado no momento, ainda porque isso só terá sentido depois de saber com quantos candidatos a senador virá a oposição e, isso é conversa para o próximo ano.

A população não quer saber

Tenho conversado com amigos de Cruzeiro do Sul e todos criticando o fato do prefeito Ilderlei Cordeiro (PMDB) dar como fator para não ter carnaval a ação das “facções”. A Segurança Pública é uma questão estadual e não municipal. E as forças policiais garantiriam o evento.

Parcerias resolveriam

Concordo com ele que, depois de passar por uma alagação ficaria difícil a prefeitura de Cruzeiro do Sul, bancar o carnaval popular. Mas poderia realizá-lo por meio de parcerias, como fizeram os prefeitos de Senador Guiomard e Brasiléia. Espero que o motivo não seja religioso.

O pirão só para os meus

O deputado Manoel Moraes (PSB) propôs que a chapa majoritária da FPA seja Marcus Alexandre para governador e César Messias de vice. De besta não tem nada. Se o Marcus ganhar o PSB fica com a prefeitura da capital. Esquece que, na FPA não tem só o PSB.

Não será fácil derrotá-la

O PMDB tende pela lógica a eleger dois deputados estaduais em 2018, repetindo a atual composição na Aleac. A primeira vaga, só Deus tira da ex-deputada Antonia Sales. E pela segunda vaga, Chagas Romão e Roberto Duarte terão que suar para tomar o lugar da deputada Eliane Sinhasique que, espertamente, terminou a campanha da PMRB e não saiu das ruas.

Confronto pelo diálogo

O líder do prefeito de Rio Branco na Câmara Municipal, vereador Eduardo Farias (PCdoB), vem se conduzindo bem nos primeiros testes de fogo, como o aumento da passagem de ônibus e a instalação de uma CEI do transporte público. Trocou o confronto pelo diálogo com a oposição.

Sabe jogar o jogo

O vereador Eduardo Farias (PCdoB) tem larga experiência e sabe que, quando for para decidir algum impasse no plenário, a base do prefeito Marcus Alexandre é majoritária. Isso lhe dá uma segurança de primeiro buscar resolver as pendências com a oposição, na base do diálogo.

Qual é o problema?

Vejo de vez em quando ataques ao deputado federal Léo de Brito (PT) por críticas ao governo Temer.
Todo mundo tem o direito de discordar dele, por vários motivos, mas ele está correto, porque é oposição ao governo federal. Inusitado seria se partisse para atacar o Lula.

Ampliando espaço

O deputado Eber Machado (PSDC) tem conquistado muitos espaços políticos na Assembléia de Deus, procurando preencher o vazio deixado pelo ex-deputado Helder Paiva, que abandou a política. Sua chácara na estrada de Porto Acre, virou lugar de encontros dos fiéis da igreja.

Uma observação de dentro

Um ex-deputado federal me fez a seguinte análise do quadro na oposição, sobre a aliança PSD-PSDB: “não estará em discussão a prioridade da candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao governo, mas a vice e a questão do Senado terá que passar por uma discussão na aliança”.

Colocar o Bocalom no jogo

Segundo esta mesma fonte, as conversas agora serão no sentido de trazer o ex-prefeito Tião Bocalon e o DEM para a aliança PSD-PSDB. E completou: “o Bocalom sabe que se ficar isolado será massacrado, como aconteceu na eleição municipal”. Não deixa de fazer certo sentido.

É um masoquismo puro

As dívidas deixadas pelo ex-prefeito de Mâncio Lima, Cleidson Rocha, passam de pouco mais de R$ 5 milhões, segundo a contabilidade do prefeito Isac Lima. Ele sabia a bomba que ia pegar, não foi candidato inocente. Ser prefeito hoje, em municípios de baixa arrecadação, é masoquismo.

Não dão votos, mas são relevantes

A implantação da linguagem de sinais nas sessões da Aleac, projeto da deputada Juliana Rodrigues (PRB); o projeto do deputado Daniel Zen (PT) que, beneficia os autistas, e o da deputada Maria Antonia (PROS) a favor dos hansenianos, não dão votos, mas são relevantes.

Não cabe politicagem

A questão das mudanças nas regras da Previdência Social, não pode ser analisada pelos prismas da politicagem e da emoção. Ou se faz esta mudança ou mais na frente, a emenda será pior que o soneto, porque não terá caixa para pagar os aposentados. Os números são frios.

Não era um bom negócio

O deputado Lourival Marques (PT) fez uma leitura política perfeita ao deixar a Seaprof e retornar para seu mandato na Assembléia Legislativa. Neste tempo de crise econômica teria mais desgastes do que ganhos, se ele continuasse à frente daquela

Bala trocada não dói

O deputado federal Major Rocha (PSDB) está levando para a direção nacional um “dossiê” contra o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB), mostrando que se dedica só a fortalecer o SOLIDARIEDADE, presidido pela mulher Márcia Bittar, do que o PSDB, e a criar intrigas internas. E a de também carrear para o PPS, figuras da luta sindical, como a professora Rosana Nascimento. Rocha pretende ter uma conversa aberta na direção nacional de que no PSDB não haverá espaço para ambos. Leva certa vantagem na conversa por ter um mandato federal. O certo é que novos capítulos do UFC no ninho tucano ainda virá. Sem data marcada para o fim.

Última modificação emSegunda, 20 Fevereiro 2017 13:50

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