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Falando sobre cinismo

Falando sobre cinismo

Foi muito cinismo usarem os motoristas de ônibus como “buchas de canhão” para pressionar os vereadores a não fazer uma CPI para investigar supostas irregularidades nas relações contratuais entre a PMRB e as empresas de transporte coletivo. Maior cinismo será se os vereadores aceitarem a pressão e não tocarem os trabalhos para frente, porque se, assim o fizerem, ficam desmoralizados perante a opinião pública. Vereador que se esconde debaixo da mesa ante a uma pressão não merece ser vereador.

Entendo que os vereadores vão manter o que lhes é mais importante no mandato, que é a liberdade de ação parlamentar. O próprio prefeito Marcus Alexandre já disse que não tem nada a esconder. O que está em jogo nessa hora é a credibilidade do parlamento, que se agachar-se não levanta mais até o fim da legislatura. É simples: vereador que achar tudo normal vota pelo arquivamento. Os que acharem irregularidades votem pelo encaminhamento ao MP. E se respeitem as duas posições, porque assim é a democracia. Até aqui o presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Manuel Marcos (PRB) vem se conduzindo com isenção e seguindo o Regimento Interno. Como deve ser.

Quebra do monopólio

O deputado Eber Machado (PSDC) deu ontem como sugestão para evitar que a palavra dos empresários dos transportes coletivos vire ordem e agridam com o aumento da passagem a população mais pobre, que a PMRB quebre o monopólio do setor, para vinda de novas empresas, oxigenando a livre concorrência comercial. Acabaria a influência que exercem.

Outra proposta na mesa

A outra proposta sobre o reajuste das passagens na mesa é a do deputado Nelson Sales (PV), que defende uma isenção de parte do ICMS pelo governo às empresas do transporte coletivo, o que permitiria não ser dado no momento o reajuste em discussão. Opção prática.

Assim é que se faz

Alguns secretários, coitados, pensam que o cargo é eterno e se babam de raiva com críticas ou sugestões. O secretário de Saúde, Gemil Junior, difere deles, quando não atende na hora retorna a ligação para dar a sua versão sobre a sua pasta.

Nefrologia sem problemas

Gemil Junior garante que não haverá problema na nefrologia por causa das demissões dos que trabalham no setor. “Será feito com eles um contrato emergencial de 3 meses para que treinem outros profissionais. Está descartada a falta de insumos médicos. E descarta também que o atendimento ambulatorial do Hosmac vai fechar. Resposta dada e publicada.

Apoio total

A declaração do secretário de Segurança, Emylson Farias, de que quem atacar a polícia não espere flores de volta merece apoio. E como torço por uma cidade de paz espero que, o plano de segurança colocado na rua para prender os bandidos que queimaram ônibus seja duro.

Tem que ser para ontem

O secretário Emylson Farias tem que correr com a compra dos aparelhos bloqueadores de celulares para colocar nos presídios, porque as ordens para este tipo de ação partem de dentro das penitenciárias. Outro ponto: moto com garupa tem que ser parada, porque é o veículo usado pelos matadores das facções. Ou arrocha ou Estado perderá de vez a guerra.

Gata escaldada

Está o maior perrengue na Aleac, ainda por conta das desastradas declarações do diretor do Deracre, Cristovam Pontes, de que os deputados só pedem e não mandam dinheiro para as obras. Até a base do governo condenou. E nem tinha como avalizar. A deputada Leila Galvão (PT), que se sentiu atingida diretamente está exigindo uma retratação do diretor.

Uma ponderação

O líder do governo na Aleac, deputado Daniel Zen (PT), diz não ser contra que o governo abata parte do ICMS para as empresas do transporte coletivo, para não ter aumento na passagem, mas ressalva que, antes a planilha deve ser debatida à exaustão nos seus pontos, para se pensar em alternativas.

Furo da coluna

Esta coluna foi a primeira a publicar a condenação do vereador Juruna (PSL) em grau de recurso no TJ, e que sua prisão aconteceria após o recesso do Judiciário, por isso, não me é novidade a expedição da ordem de prisão. É uma pena: lutou muito para ser vereador.

Toma que o filho é teu

A executiva municipal do PSL, na sua Nota à Imprensa, promete dar ao vereador Juruna (PSL) apoio jurídico, mas tira o corpo fora ao dizer que o que ocorreu é responsabilidade do mesmo, sem qualquer vinculação da atividade partidária, na base do: toma que o filho é teu.

Aqui não tem protegido

Assim como publicamos o desabafo do deputado Luiz Gonzaga (PSDB) publicaremos o do deputado Nicolau Junior (PP), caso queira mandar. Aqui não tem político protegido. O espaço está aberto.

Mexeu com a oposição

A aliança dos grupos do deputado federal Major Rocha (PSDB) com o do senador Sérgio Petecão (PSD) incomodou setores da oposição que vêm no ato uma conspiração contra a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) e não é; não querem é em 2018, receber prato feito pelo PMDB e PP, como na última eleição municipal. No que eles estão certos.

Abacaxi para descascar

Caso o vereador Juruna (PSL) não consiga recorrer em liberdade, cumprirá regime fechado, como dita a sentença. Um abacaxi para a mesa diretora: mantém o mandato de um vereador, que não poderá freqüentar as sessões e cassa seu mandato ou não mexe no seu mandato?

Não poderá fugir do problema

Este é um problema sobre qual a mesa diretora não pode deixar de se debruçar e de ouvir o plenário sobre que atitude deverá tomar. Estará em jogo a imagem da Câmara Municipal de Rio Branco.

Afonso comprou o terno

O primeiro suplente José Afonso (PTB) já comprou até o terno novo para assumir no lugar do vereador Juruna (PSL). Os próximos dias serão de ebulição na Câmara Municipal, com uma CPI e agora o caso Juruna. A Câmara, como notícia, está ficando mais interessante que a Aleac.

Não é a mesma

Um ponto é positivo nesta nova legislatura na Câmara Municipal de Rio Branco: é mil vezes mais ativa do que a composição passada, que era uma pasmaceira, uma espécie de puxadinho da PMRB. A briga era para ver quem elogiava mais o prefeito Marcus Alexandre.

Prudente e transparente

O presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Manuel Marcos (PRB), está agindo com cautela, sem açodamento, deixando primeiro ver o desdobramento, se o vereador Juruna conseguirá ou não um Habeas-Corpus, para se for o caso, levar o fato ao Conselho de Ética, no qual o vereador terá direito a uma ampla defesa, antes de ser votada a cassação do mandato.

Ganhou, mas não levou

Caso o vereador Juruna (PSL) venha ser cassado o PSL, que fez dois vereadores pode ficar na prática sem representatividade na Câmara Municipal de Rio Branco, porque o vereador Emerson Jarude (PSL) não segue as orientações partidárias. Na base do ganhou, mas não levou.

Coloquem sempre na cabeça

Quem vai disputar eleição, seja para deputado, senador e governador, não tem está história de candidatura imbatível, a campanha costuma pregar peças inesperadas.
Quem é que imaginaria que o senador Nabor Junior (PMDB), um ícone político, perderia para o Geraldinho Mesquita?

Só nome

Conversando ontem com um velho amigo do PT, ouvi dele a seguinte observação: “o deputado Heitor Junior está louco? Pensa que se for para a Pequenos Negócios pegará a secretaria de porteira fechada? Será secretário no nome”. Como conheço como funciona o PT, é isso mesmo.

Novo capítulo da briga do Juruá

O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) não deixou barato os ataques sofridos do deputado Nicolau Junior (PP) de que usa a prática de quanto pior melhor em relação à BR-364.

Eis o desabafo: “O deputado Nicolau Junior não sabe o que diz. Não tem compromisso popular e se acovardou retirando a assinatura da “CPI da BR-364”. Quem não lembra? Quem sempre puxou o debate da 364, fui eu. Quem foi algumas vezes em Brasília, no Ministério do Transporte e Dnit, fui eu. Quem foi na Superintendência, em Porto Velho, falar com o superintendente e pedir agilidade na reconstrução da 364, fui eu. Quem apresentou a CPI fui eu. Desde que regressei na Assembléia Legislativa luto por essa BR.

Porque vejo o sofrimento dos moradores do Juruá. Por falta de uma estrada de qualidade. Vou ao encontro das pessoas, escuto e ando na BR-364. O deputado Nicolau Junior só viaja de Cruzeiro do Sul para Rio Branco de avião. Sabe que existe a estrada porque houve falar dela. Chega em Cruzeiro do Sul e se esconde com medo do povo. Por isso não tem o que falar e critica quem fala. Anda de carro em Cruzeiro do Sul com vidro fumê fechado para não ser visto.

É tão inexperiente que me criticou e diz na sua entrevista que, o projeto de reconstrução não está pronto, referendando minha crítica que não tem projeto para a 364”.

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