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O cidadão como fiscal das contas públicas municipais

O Brasil não tem mais jeito”

“O brasileiro é acomodado”
“Os políticos são todos corruptos”
“Só um governo de militares resolverá o problema do Brasil”
“A melhor saída para o Brasil
é o Aeroporto de Guarulhos”

Estas e tantas outras frases demonstram o que boa parte dos brasileiros pensam e sentem em relação ao seu país.

Mas não é pra menos. Um país tão grande e rico como o Brasil não merece ser vilipendiado por uma “meia dúzia de gatos pingados” que se acham donos do mundo, ou melhor, donos do Brasil, e se escoram na falta de fiscalização para agir sob a névoa que paira na transparência pública.

Esperar que políticos resolvam o problema da falta de responsabilidade e lisura ao lidar com dinheiro público é o mesmo que acreditar na fidelidade de uma cadela no cio. O problema do país é sério e exige um tratamento de longo prazo para começar o processo de desinflamação. Eu não conheço todo o tratamento, mas sei que uma parte dele está no exercício da cidadania, transformado o cidadão em um agente fiscalizador do poder público.

A Operação Política Supervisionada (OPS) publicou um vídeo nas redes sociais que explica como estes cidadãos podem contribuir para fazer parte do controle social.
Nele será possível entender a Lei de Acesso à Informação e como ela é essencial para que o brasileiro, independentemente do seu ramo de atividade, torne-se um fiscal das contas públicas do município, do estado e da União. E como podem, inclusive, provocar a prisão dos maus gestores.

Eu não vou me estender no texto porque o vídeo já é bem grandinho, mas está no tamanho ideal para que o cidadão se torne um calo nos calcanhares de gestores públicos que nem sempre observam os princípios básicos da administração pública – a legalidade, a moralidade, a impessoalidade ou finalidade, a publicidade, a eficiência, a razoabilidade e o interesse público.

Lúcio Big é ativista digital e fundador da Operação Política Supervisionada (OPS) e mantém blog e canal no Youtube voltados para a fiscalização de gastos públicos, à disseminação da necessidade de se fazer parte do Controle Social e da vida política do país.

 

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